As Religiões de Matriz Africana no Brasil Frente ao Contexto da Nova Ordem Mundial

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Trecho do artigo “MINORIAS ÉTNICAS RELIGIOSAS E LINGÜÍSTICAS”
Gilson Leite / Oni Fadaká    (1)
Ogã Alabê D’Ogum da Casa Fanti-Ashanti / São Luís-MA

ASSISTA ALGUNS VÍDEOS SOBRE AS RELIGIOÕES AFRO BRASILEIRAS NO PLAYER ABAIXO:

http://www.youtube.com/cp/vjVQa1PpcFO4hHvzD-mK_vRongFTAYRPQalLIK9fKp0=

A última década do século XX tornou-se palco das atenções mundiais, voltadas aos problemas críticos vivenciados pelo mundo, conferindo visibilidade pela ONU quando convocou as diversas conferências a saber: Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio 1992); Direitos Humanos (Viena, 1993); População e Desenvolvimento (Cairo 1994); Desenvolvimento Social (Copenhague 1995); Mulher Desenvolvimento e Paz (Beijing, 1995); Habitação (Istambul, 1996).

A nível mundial se avalia como positivo, o peso dessas conferencias no sentido da visibilidade internacional das questões emergencialmente levantadas, as recomendações e proposições encaminhadas às nações para as referidas minimizações e equacionamentos.

Dentro do contexto da próxima conferencia mundial de combate ao “Racismo, Discriminação, Xenofobia e outras formas de intolerância”. A discussão sobre “minorias étnicas religiosas e lingüísticas” merece reflexões articuladas mundialmente considerando a conjuntura internacional e nacional dos povos vulneráveis as ações de intolerâncias racistas, discriminatórias e xenófobas comungadas com a focalização de estratégias práticas voltadas a concretização de atitudes a serem recomendadas no arcabouço desse processo que se constituirá desde agora com seus múltiplos desdobramentos e que se estenderão até e depois da África do Sul em 2001.

O atual contexto internacional emerge de um longo período de fermentação de intolerâncias, perseguições e elevados níveis de racismo brutalmente desencadeado contra diversos povos e etnias vulneráveis. Estes racismos visivelmente se mostram articulados e armados contra as sociedades multi-étnicas e multi-culturais.

Paises como o Brasil na realidade Latino Americana, que já lidera o maior número de simpatizantes e  atuantes neonazistas de norte a sul do país, necessitará perceber a gravidade desse contexto que se desenha a nível planetário, procurando encontrar soluções que venham coibir tal prática em solo brasileiro.

Este momento extremamente tenso para o Brasil, surge com o questionamento sobre a enorme diversidade pluri-cultural de suas populações e de suas condições  frente ao processo de massificação e homogeneização advindas da globalização.

Momento este recheado de preocupação e temor, haja vista ser histórico, segundo Roger Garraudy no seu livro Por um diálogo das Civilizações, “a guerra cultural praticada contra o negro, que ainda nos dias atuais, permanece, renascendo de mil formas”. “Por guerra cultural entendemos aquela feita de palavras, preconceitos, símbolos, insinuações, discriminações, humilhações. Enquanto as armas materiais amedrontam os corpos e às vezes as ferem e matam. As armas culturais penetram no próprio cerne social em que os corpos se movem, ferem as mentes e as idéias, se transmitem quase que automaticamente por gerações e envenenam o relacionamento humano de forma duradoura”.  (Silva)

Os questionamentos levantados tendo em vista as preocupações num processo de intolerância religiosa, xenofobia, discriminações raciais e outras formas conexas são implícitas, haja vista ser a comunidade negra associada aos judeus, nordestinos e homossexuais. Uma das maiores vitima desse processo, considerando nesse particular, ser o Brasil a segunda maior nação do mundo, após a Nigéria em população afro-descendente.
Diante do contexto, as preocupações se direcionam para a necessidade da preservação dos nossos costumes, principalmente os de origem religiosa  frente ao fenômeno da globalização, bem como as condições atuais, os aspectos sociais, políticos e econômicos aos quais estão inseridos os afro-descendentes no Brasil.

Aspectos diversos estes que vem ao longo dos séculos nos fragmentando enquanto povo, sejam descendentes diretos e indiretos de africanos, vem a propósito, abrir uma ampla reflexão sobre os atuais problemas, pois emerge um chamamento quanto ao contexto social ao qual está sendo lançado o sentido religioso, em virtude de práticas abusivas e deturpadas que muitas vezes se estruturam enquanto argumentos contrários a nós, pois captados de forma maliciosa por setores inimigos que incitam a discriminação e a intolerância religiosa, tornam-se referencias fortíssimas para a cultura do racismo.

    Ao nível de Brasil o conjunto dessas intolerâncias visivelmente articuladas através da violência física (eliminação de pessoas – negro, nordestino, judeu, homossexual…) e violência simbólica (perseguições e agressões a símbolos, signos e patrimônios culturais, materiais e imateriais) encontram conexão com uma ação que se estabelece ao nível de mundo, tendo alguns setores chaves como os seus maiores interlocutores.

    A nível social no tocante a perseguição étnica, discriminação racial e xenofobia iremos perceber a visibilidades dos SKINHEADS, originários de uma dissidência do movimento PUNK nos anos 80. A partir de 1984 espalham-se por várias capitais brasileiras.
    No final da década divergências ideológicas fragmentaram os SKINS numa série de grupos. Surgiram então os carecas do Brasil. Depois vieram os carecas do ABC e os carecas de Cristo que pregam a religião e a nacionalização da violência. Além destes, temos o WHITE POWER (poder branco), a facção brasileira ultranazista que veio dos SKINS e que mantêm intercâmbio com grupos semelhantes na Europa, Estados Unidos e América Latina.

    Ao nível das relações religiosas no contexto social brasileiro, vamos perceber outros interlocutores que de um modo geral atuam na mesma freqüência dos primeiros, desenvolvendo um clima desrespeitoso, de incitamento ao ódio, de intolerâncias às cosmologias dos povos que estão fora do padrão estético cristão especificamente às religiões de matriz africana sempre associadas ao satanismo e a cultos demoníacos. Sendo eles as Igrejas cristãs em suas variadas confissões: Católica, Pentecostais, Igreja Universal do Reino de Deus e a Igreja Deus é Amor.

     Historicamente as religiões de matriz africana advinda das junções de várias cosmologias africanas em território brasileiro, sempre sofreram discriminações e perseguições de toda a ordem, até mesmo a policial. Sempre classificadas de primitivas e atrasadas, resultante de uma elaboração grosseira e mal feita atoladas no universo do barbarismo sem limites.

    Mesmo tendo sido cessada as investidas policiais, a perseguição continua no nível ideológico, sendo assumida por interlocutores de poderosos impérios de mídia através de jornais e Tv’s onde é criado todo um conceito de imagens fraudulentas que operam mensagens racistas e mentirosas sobre as religiões de base africana junto ao imaginário social, toda essa sofisticação ideológica consegue respostas desejáveis nos extratos mais empobrecidos da população atingindo o ápice da visibilidade com os ataques promovidos pelas Igrejas Protestantes e Igrejas Eletrônicas, nas  suas pregações estrondosas em praça pública usando a imagem de Jesus Cristo como um poderoso produto a ser comercializado e prescrito como possibilidade de exorcizar aqueles que vivem nas trevas – os adeptos das religiões afro-descendentes, classificados em todos os momentos sejam nos jornais e tv’s, jornais, em praças públicas ou mesmo no púlpito das suas igrejas em pregações inflamadas, de cultuadores do satanás, adoradores de diabo, homossexuais indecentes, pervertidos, prostitutas, imorais, viciados em drogas.

Além de toda essa violência verbal, construtora de imagens e referenciais negativos acertando em cheio a nossa dignidade enquanto sujeitos e coletivamente enquanto povo, provocando baixa estima, insegurança e intolerância no meio social, estamos vivendo a violenta profanação dos nossos espaços sagrados a onde grupos de protestantes sob a alegação de expulsar o demônio, estão invadindo terreiros e quebrando tudo o que encontram pela frente, em nome de Jesus Cristo. Em outros espaços de comunidade-terreiro de igual valor religioso,  estão sofrendo ameaças de apedrejamento, invasão e promessas de cultos relâmpagos nas portas de entrada.

Toda essa configuração de incontáveis violências revela as intolerâncias historicamente verificadas Contra as tradições afro – descendentes nas suas mais variadas experiências como a capoeira, o samba, o candomblé, o tambor de Mina, e o bumba boi de matraca e zabumba no Maranhão. Verificações estas que traduzem o perfil de uma sociedade autoritária e perversa que não respeita as expressões dos diferentes, a onde a liberdade de culto e o livre exercício da fé é negado as populações afro-descendentes, dadas as condições desfavoráveis.

A comunidade-terrreiro e os descompassos com a modernidade

Considerando o contexto atual vivenciado pelo mundo, a onde os reflexos das intolerâncias, injustiças e perseguições refletem na vida daqueles mais vulneráveis os males da modernidade. A comunidade-terreiro nas suas variadas expressões de norte a sul do país (tambor de Mina no Maranhão e Pará, Xangôs do Recife, candomblés na Bahia, umbandas no Rio de janeiro e São Paulo, batuques no Rio Grande do Sul…) vive as agruras de um ingrato momento que se estreita cada vez mais contra nós se bifurcando em várias vias que se entrelaçam e deságuam como rios no mesmo estuário, ou seja, o modelo de desenvolvimento adotado no mundo capitalista afeta muitos aspectos da comunidade afro-descendente desde o período da colonização quando fomos relegados a não condição de humanos; homens e mulheres cidadãos – que por direito teriam as reparações sociais, que contribuíram em práticas efetivas de superação de exclusões haja vista toda a acumulação de  riquezas conseguida pelo primeiro mundo em virtude de séculos de pilhagens sobre suas colônias historicamente exploradas.

De lá para cá a situação dos descendentes de africanos é de completa marginalização sócio-econômica: fome e analfabetismo, favelas palafitas, doenças, desemprego, violência policial.  Uma situação igual ou pouco melhor que a do africano escravizado no século XIX. Do cativeiro até os dias atuais persiste um racismo contra os afro-descendentes de forma a entravar seu progresso dentro da sociedade.

Comungada com essa radiografia social vivenciada pelas populações negras em conexão direta com a realidade cotidiana das comunidades-terreiros, vamos perceber que além das estruturas econômicas e políticas estarem articulando mecanismos de eliminação física das populações (negras, indígenas, mestiças, de rua e velhos…). Já consideradas desnecessárias, não necessitando assim recorrer a pena de morte, porque outros instrumentos no atual estágio da globalização já a garantem na prática. As mesmas políticas no compasso da modernidade vão em nome de um suposto desenvolvimento empurrando as religiões de matriz africana para o isolamento e a extinção já que a base dessas religiões, se processa na territorialidade e na especialidade da natureza (mato, rio, pedras, folhas, mar, mangue e vento…) e seus ecossistemas que hoje estão totalmente comprometidos e ameaçados de todas as formas, resultado das políticas desenvolvimentistas irresponsáveis dos governos e a falta de consciência de preservação dos povos, uma situação que está levando o mundo para a catástrofe final, causada pela exploração irracional dos recursos naturais em troca de lucro sem limites e da ganância desenfreada de uma minoria que está tornando o nosso meio ambiente insuportável.

O conjunto desses problemas vai possibilitando o enfraquecimento do AXÉ – a concentração total de forças que vai se constituir na força originária de todas as forças, ou seja, como a nossa dinâmica se processa na soma equilibrada de energias plurais advindas da natureza em toda a sua complexidade, e sendo esta ameaçada de existir plenamente, já que a especulação imobiliária nos últimos quarenta anos vem aterrando mangues e desfazendo áreas de florestas, objetivando a construção de grandes impérios imobiliários a onde mares, rios e seus mananciais com todos os seus berçários de reprodução da vida aquática, vem sofrendo as agressões dos esgotos domésticos, hospitalares, industriais e toda a sorte dos acidentes marítimos que vão poluído as águas com derramamento de óleo. Sem falar na grande concentração de lixo de toda espécie nas encostas das “reservas”.
Todo esse contexto configura-se em uma forma de agressão ao homem de maneira geral e em particular, é uma violação dos bens simbólicos, do acervo material e imaterial criando condições desfavoráveis a coletivadade religiosa afro-descendente no seu processo de afirmação e no exercício da sua cidadania religiosa.

As evidências em questão nos levam a crer que corremos o risco de desaparecer junto com a natureza, pois as cosmologias das religiões de matriz africana são concebidas num principio tridimensioanal simbiótico entre homem-natureza-fé, atuando de forma cíclica, a partir de um rigoroso código de conduta:
…” para cada ser nascido uma árvore deve ser plantada…
…”tirar uma folha de uma planta sem necessidade é o mesmo que matar uma pessoa…
…”a força de toda a natureza está dentro de mim e assim como eu tenho a natureza, a natureza tem a mim…
…”a floresta é um santuário sagrado, por isso não se entra ali sem lhe  pedir permissão…
Dentro desse contexto, o ser humano é percebido, não como aquele que está acima da natureza, mas como aquele que faz parte e expressa as divindades naturais numa comunhão integrada com o universo, sendo a natureza a força contida em sua essência.

“O exercício da fé no contexto dessa religiosidade exige uma relação direta e estreita com o meio ambiente natural, já que essa crença privilegia o culto as forças da natureza, os antepassados, a vida e as relações inter-pessoais como sendo formas naturais de preservar um estilo de pensar, ser e estar no mundo.

Essas forças naturais são vivenciadas de acordo com o modelo mítico ou arquétipo, o qual comporta uma enorme variedade de expressões, enquanto a cidade fragmenta e produz o anonimato, os terreiros promovem uma visão solidária e integradora dos seres humanos entre si e com a natureza. Nesse contexto as águas estão associadas a feminilidade e as divindades Nanâ, Iemanjá, Oxum, Ewa, o fogo expressão de força viril, está ligado a Exu e Xangô; o ar (vento), corresponde como fertilidade e transformação, é associado a Oxalá e Iansã; a terra (matas, floresta, caminhos, estradas), a capacidade de sobrevivência e preservação animal e vegetal, bem como a transformação destes em favor do homem é remetida a Ogum, Oxossi, Ossaim e Obaluaiê”. (Barros e Teixeira, 1989)
Enfim, aos olhos afro-descendentes a natureza como um todo, inclusive a existência do próprio homem é concebida com uma carga muito forte de sacralidade, quanto a espacialidade e a territorialidade habitada por forças e divindades naturais.

Problemas graves

Problemas resultantes de todas as formas de desequilíbrios provocados no decorrer no século XX foi refletido na vida diária do povo de santo, que se vê a cada dia que passa obrigado a deslocar-se para fora dos limites da cidade, a procura de locais e de espécies vegetais indispensáveis as suas práticas religiosas, haja vista que os “espaços de mato” estão cada vez mais escassos e agredidos por desmatamentos, queimadas, lixeiras e no dizer do povo de santo “sem folhas não há Orixá” ou ainda, não há Vodum, Orixá, Inkice, Caboclo sem terra, mato, rio, mar, pedra, arvores… porque o nosso axé vem da força vital que é a natureza…

Essa situação onera a vida material dos adeptos e favorece a implantação de um sistema paralelo – o comércio para a aquisição de bens (plantas) que antes estavam a disposição em áreas verdes. Na maioria das vezes, interfere também na vida espiritual dos participantes, ocasionando adiamento, e as vezes até a eliminação de certos itens rituais.

Proposições

Diante de todas as prerrogativas elucidadas nesse trabalho, torna-se imperioso o reconhecimento da importância da cultura religiosas de base africana, objetivando com isso o resgate, a preservação, a guarda e a defesa de todo o patrimônio cultural afro-descendente nos seus aspectos matérias e imateriais, principalmente na focalização de proposições que defendam a preservação dos territórios patrimoniais negros no resguardo de seus conhecimentos milenares nas diversas áreas do conhecimento. Assim como de todas as áreas ambientais de suma importância para a humanidade de uma forma em geral e principalmente para os adeptos das religiões de base africana, a onde preservar o que nos sobra ainda de natureza, é  a mesma coisa que preservar as força do Vodum, do Orixá, do Inkice, do Caboclo, ou seja, preservar a natureza com todas essas forças é suplicar para que a força de Deus todo poderoso (Olorum) nunca se afaste de nós, pois os orixás, Voduns, Inkices e Caboclos são transmutações da força de Deus para todos os seus filhos.

Propostas

1. assegurar o desenvolvimento de programas que assegurem a igualdade de oportunidades e tratamentos nas políticas culturais da União, dos Estados e Municípios, tanto no que se refere ao fomento à produção cultural, quanto a preservação da memória de modo a dar visibilidade aos símbolos e manifestações culturais do povo afro-descendente brasileiro.

2. promover mapeamentos e condições que assegurem o tombamento de casas religiosas tradicionais de base africana a partir de critérios estabelecidos pela comunidade, objetivando a guarda e proteção da territorialidade cultural e religiosa afro-descendente.

3. promover ampliação da proporção geográfica das casas tradicionais de base africana, visando melhores condições físicas de desenvolvimento e resguardo de todo o potencial patrimonial das tradições afro-descendentes.

4. assegurar a inclusão no plano de direitos humanos, a proposição de legislação que defina e puna a intolerância étnico-religiosa, assim como os preconceitos e esteriotipos que estigmatizam as religiões de base africana de modo a dar cumprimento ao preceito constitucional que assegure o livre exercício da fé da coletividade afro-descendente.

5. promover políticas que assegurem o estabelecimento de reservas ambientais segundo os padrões estéticos originários das cosmovisões africanas, objetivando a guarda e proteção de seus ecossistemas, como patrimônios inalienáveis e de importância vital para a sociedade como um todo e principalmente para as religiões de matriz africana, garantindo desenvolvimento de plantio de árvores sagradas e ervas de uso medicinal litúrgico.

6. estruturar e organizar herbários etnobotânicos em consonância com as casas tradicionais das religiões de base africana, objetivando a produção de folhas e ervas sagradas para fins litúrgicos e terapêuticos.

7. assegurar a construção de escolas e bibliotecas, possibilitando melhores condições de desenvolvimento e aprendizagem dos conhecimentos milenares dos povos africanos resguardados nos  territórios das casas religiosas tradicionais de base africana.

8. promover a inclusão dos assuntos afro-descendentes nos currículos escolares em todos os níveis da aprendizagem escolar e a formação de recursos humanos que consigam desenvolver os referidos assuntos.

9. retirar o conteúdo ensino religioso da grade curricular de ensino, transferindo a tarefa de desenvolver a referida área de conhecimento para as religiões de uma forma em geral, tendo em vista os seus públicos específicos.
 
Bibliografia

AFRO-BRASILEIRO, I Encontro Maranhense de Cultos Afro-Brasileiros / A prática do culto afro no Maranhão. In: Casa Fanti Ashanti – Documento nº 1 (1º EMCAB). 1994.

AFRO-BRASILEIRO, III Encontro Maranhense de Cultos Afro-Brasileiros / Religião, Sociedade e Identidade nos cultos Afro-Brasileiros. In: Casa Fanti Ashanti – Documento nº 3 (3º EMCAB). 1994.

BARROS, José Flávio Pessoa de e TEIXEIRA, Maria Lina leão. Terreiros de Candomblé Conservação da Vida e da Crença. Colóquio Dunia Ossain. In: SEDEPRON/Rio de Janeiro. 1992

BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Identidade e Etnia. In: Ed. Brasiliense. 1986.

CASTRO, Moacir Werneck de Castro. A cultura globalizada. In: Jornal do Brasil. Rio de Janeiro. 23.03.95

GARAUDY, Roger. Por um diálogo das Civilizações (1976)

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NIETZCHE, Friedrich W. Os pensadores. Ed. Victor Civita. São Paulo, SP. 1983.

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