As Falácias da Reversão Sexual – HOMOFOBIA

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(Por Sergio Viula)
http://www.glsgls.blogspot.com/

Este é um esboço de uma refutação ao que geralmente costuma-se chamar “passos para a restauração” (referindo-se, é claro, à idéia reversão da homossexualidade para a heterossexualidade). As idéias aqui expostas são publicamente conhecidas como a posição oficial do MOSES (Movimento pela Sexualidade Sadia), tendo sido publicadas no site oficial da organização.

Passos para a restauração  (MOSES)
Passos para quem se converteu a Jesus Cristo e quer deixar o comportamento homossexual
 
MOSES: 1- A mudança só será possível depois que o indivíduo reconhecer e confessar que sua atitude e conduta precisam ser transformadas. É uma questão de decisão. Homossexualismo não é imutável. Alguns psicólogos afirmam que as pessoas não são homossexuais, mas estão homossexuais. Homossexualismo é um comportamento aprendido e, portanto, pode ser desaprendido;

 
VIULA: Há que se perguntar: que psicólogos? Serão aqueles ligados à Exodus e a outros grupos semelhantes? Quais pesquisas? Todas apontam para a irreversibilidade da homossexualidade. Como pode ser comportamento aprendido se a maioria dos gays foram criados por famílias tradicionais e algumas até bastante religiosas?

Vez por outra, o Moses tenta usar o argumento do abuso sexual. Não passa de uma arbitrariedade. Muita gente que foi abusada nunca desejou pessoas do mesmo gênero. E outras que jamais foram abusadas, sim.
 
MOSES: 2- O homossexual deve confessar seus pecados e temores a Deus e pedir-lhe que o purifique no Sangue de Jesus (1 Co 6.9 a 11);

 
VIULA: A homossexualidade existe desde que o homem está no mundo. Segundo a ciência, algo em torno de 200 mil anos. O sangue de Jesus foi derramado há cerca de 2000 anos. Então, os gays só passaram a ter a opção de mudar há dois mil anos? E os homossexuais que viveram antes disso? E os que vivem agora distante de qualquer contato com a pregação do evangelho? E o que dizer dos que são crentes há anos? Ainda não vi um que tenha revertido comportamento e desejo igualmente. Conheço reprimidos que até remédio tomam por causa dos efeitos desse tipo de repressão.
 
MOSES: 3- Aquele que deseja a mudança deve pedir a Deus que lhe dê profunda consciência de pecado através do Espírito Santo (Jo 16.8) e um grande desejo de mudança de mente (Rm 12.1, 2);

 
VIULA: Em outras palavras, deve estar disposto à lavagem cerebral que grupos como o Moses e igrejas homofóbicas fazem continuamente em seus membros, especialmente os gays – sem sucesso, diga-se de passagem. Basta ver quantos gays estão entre as fileiras das igrejas e ativamente se relacionando fora e dentro dela.
 
Há pessoas que pensam lavagem cerebral como algo típcio de filme de ficção científica. Não. A coisa é muito mais fácil. Eles submetem o homossexual que os procura ou que é abordado por eles em atividades de “evangelismo” a continuas pregações, sessões de aconselhamento, literatura, sem falar nos grupos que ainda fazem “terapia de grupo”, “dramaterapia”, “regressão”, etc. Isso embaralha as idéias do indivíduo e deixa-o vulnerável ao comando de lideranças que pretendem controlar até seu desejo.
 
MOSES: 4- O envolvimento com uma igreja local é extremamente importante para o crescimento espiritual, para a restauração emocional, para a socialização com pessoas que sempre foram heterossexuais. Isso é o que nos ensina Hebreus 10.25: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações.” A unidade cristã é decisiva para o homem e a mulher que estão saindo do homossexualismo;

 
VIULA: Falam da homossexualidade como homossexualismo (doença). Pensam a homossexualidade como espaço geográfico (saindo da homossexualidade) e não como identidade (ser homossexual). Envolver-se com uma igreja facilita o controle exercido sobre esses homossexuais por parte das lideranças homofóbicas. Já vi muitos deles serem humilhados por causa dessa submissão. É humilhante ter que prestar contas de seu desejo a terceiros e ainda ouvi-los recriminar sua forma de amar, inclusive ameaçando-o de exclusão ou outras formas de disciplina na igreja ou nos grupos de “reversão”. Já vi muita gente que leva a sério essa balela fica deprimida depois de reuniões em que houve esse tipo de confrontação.
 
MOSES: 5- Saber que há tentações e que o pecado, o mundo, a carne e o diabo devem ser vencidos. As carências e vulnerabilidades do ser humano levam a equívocos sexuais. Buscar entender 2 Co

VIULA: O que é equívoco sexual? Amar alguém que deseja me amar é equívoco? Equívoco é querer rotular o amor, exterminá-lo.

Agora, o Moses e outros grupos adoram associar a homossexualidade à pedofilia com a intenção de dar ao homossexual uma feição monstruosa. Isso é má-fé. Isso é ludibriar as pessoas com intenções e métodos igualmente sórdidos. Quem é honesto faz distinçaõ entre abuso sexual e orientação sexual, qualquer que seja esta. Uma coisa é uma pessoa ser heterossexual, homossexual ou bissexual. Outra coisa é um heterossexual abusar de uma criança. Seria correto dizer que a heterossexualidade é maléfica? Ou que o abuso é um crime? A mesma coisa se aplica à homossexualidade e à bissexualidade.

De acordo com o psicólogo Marcelo Markes (publicado no site da prefeitura de Dourados – http://www.douradosagora.com.br/not-view.php?not_id=248999), a maioria dos pedófilos são homens heterossexuais. Ele diz literalmente o seguinte: “Na classificação por sexo, 98% dos pedófilos são homens e somente 2% são do sexo feminino. Outro dado divulgado é que 95% dos pedófilos são heterossexuais.”

MOSES: 5.7. Observe o que declarou um ex-homossexual americano: “Você é heterossexual em Cristo. Não importa a profundidade de seus sentimentos homossexuais, pois profundamente jaz dentro de você sua identidade heterossexual, enterrada debaixo de milhares de temores.” (Extraído do livro Deixando o Homossexualismo, Ed. Mundo Cristão. Ver Apêndice Livros Indicados);

VIULA: Este suposto ex-homossexual americano entrega os pontos quando diz exatamente o que todo mundo já sabe: o indivíduo que afirma que é hetero, sendo gay, continua tendo toda a sua dinâmica psico-afetiva homoerótica. O que o livro supra-citado está ensinando aos participantes de grupos de “reversão” é a mentirem para si mesmo e para os outros. Eles continuam sentindo-se como sempre sentiram-se, ou seja, atraídos por pessoas do mesmo sexo, mas têm que dizer que são heterossexuais em Cristo. Isso é má-fé para consigo mesmo e para com os outros. E é por isso que não dá para acreditar nas informações colhidas pelo Dr. Robert Spitzer que publicou recentemente que em alguns casos ele acreditava ter havido uma grande mudança entre os indivíduos entrevistados de homossexuais para heterossexuais.

E por que não dá para acreditar nessa afirmação? Porque as 200 pessoas que ele entrevistou (143 homens e 57 mulheres) que descreveram seu histórico emocional e sexual, e que alegavam terem revertido sua homossexualidade para heterossexualidade, foram encaminhadas ao pesquisador pela Exodus e pela NARTH (duas organizações religiosas homofóbicas americanas que alegam reverter a homossexualidade). O livro citado acima, no qual o autor ensina os gays a dizerem que são heterossexuais em cristo mesmo quando ainda sentem-se homoafetivamente atraídos é endossado pela Exodus. O depoimento dessas pessoas, portanto, já está viciado com essa carga ideológica e não reflete necessária e seguramente uma realidade. O depoimento destes entrevistados continua cheirando a mito urbano.

Eu, porém, não ficaria admirado se uma pessoa que já transou com alguém do mesmo sexo decidisse não transar mais e conseguisse. Neste caso, não se trata de homossexualidade. A pessoa é provavelmente bissexual com seu desejo predominante e intensamente voltado para o outro sexo e apenas eventualmente interessada em alguém do mesmo sexo.

O que quero dizer é que um homem bissexual cujo desejo seja 90% heterossexual e 10% homossexual, por exemplo, será capaz, em tese, de casar-se e ser fiel a sua mulher ou somente traí-la com outras mulheres. Mas isso geralmente acontece quando há motivação religiosa ou pressão social muito fortes para isso. Não significa que ele era gay e passou a ser heterossexual, mas que sendo bissexual com desejo heterossexual predominante não sofre pela falta de correspodência homoafetiva por parte de outro parceiro. Entretanto, esse não é o caso da esmagadora maioria. Basta observar quantos gays e lésbicas entram e saem das igrejas e dos grupos de “reversão” frustrados, porque só perderam tempo e passaram por sofrimentos mentais e emocionais insuportáveis.

A mesma coisa acontece com homens casados com mulheres que saem do armário. Eles não eram heterossexuais e passaram a ser gays. Eles eram gays que estavam tentando ser heterossexuais e descobriram que era pura perda de tempo e sofrimento tentar aniquilar sua afetividade natural. Homossexuais não viram heterossexuais e nem vice-versa. Agora bissexuais podem transitar de um pólo a outro. Quanto tempo vão desfrutar de um só desses pólos é outra questão!!!

 
MOSES: 6- Esperar sempre em Deus a força e o poder para a mudança (Fp 1.6 a 9);

 
VIULA: Isso faz com que muitos homossexuais passem anos na igreja, esperando, esperando, esperando. Como eu, por exemplo. Enquanto isso, esses movimentos e igrejas homofóbicas vão usando esses mesmos homossexuais para seu marketing institucional. É o caso dos “testemunheiros”. Esses grupos adoram exibir esses “troféus”, especialmente quando o cara era travesti e se enfiou num paletó. Mudança? Até hoje não vi. O que vi foram travestis em camisa-de-força, porque paletó para uma dama só pode ser castigo!
 
MOSES: 7- Obedecer os conselhos recebidos do conselheiro, se tem convicção que essa pessoa foi posta por Deus em sua vida;
 
VIULA: Isso pode levar a sérios danos emocionais. Esses conselheiros anti-gays podem esconder muita crueldade atrás de palavras “doces”. Eu mesmo passei por muito sofrimento mental e emocional ao me submeter ao aconselhamento e liderança de líderes de movimentos de “reversão”, pastores e psicólogos desse naipe.

 
MOSES: 8- É preciso aprender a disciplinar os pensamentos (Rm 12.1, 2) e hábitos (pessoais e públicos) para vencer as tentações;
 
VIULA: Isso gera um desgaste emocional tremendo e só aumenta o desejo. A questão dos hábitos refere-se justamente a se afastar de todo e qualquer contato com outros gays. Alguns homossexuais perdem seus melhores amigos e acabam isolados no círculo dos homofóbicos da igreja. Isso faz com que se sintam solitários e ainda mais carentes. E, se eles decidirem sair daquela comunidade homofóbica, terão mais dificuldade. Por isso, muitos acabam se acomodando.
 
MOSES: 9- Contar com a ajuda de um ministério cristão de apoio a homossexuais também é muito importante;

 
VIULA: Este é o maior perigo. Esses caras se especializaram em manipulação de mentes, mesmo que não reconheçam o que fazem como manipulação. Já discorri sobre isso em ponto anterior.
 
MOSES: 10- Falar com Deus sobre os problemas, tentações, tristezas, decepções etc., sempre com absoluta sinceridade, sabendo que Ele é onisciente e é, também, o amigo mais compreensivo;

 
VIULA: Cansei de fazer isso. Fiz isso em jejum, vigília, retiro. Orei por incontáveis horas, estando de joelhos no meu próprio quarto. Se Deus responde orações de acordo com sua vontade, posso então concluir que seja de seu inteiro agrado que eu seja gay, porque ele nunca respondeu com qualquer tipo de mudança em minha orientação sexual. kkk
 
MOSES: 11- Deve confessar a Deus e ao conselheiro se cair durante o processo pois, do contrário, pode haver desânimo profundo, hipocrisia e acusação do diabo. A confissão e o abandono do pecado também trazem uma profunda consciência do perdão de Deus (ler Pv 28.13 e Tg 5.16);

 
VIULA: O que eles querem mesmo é exercer controle. Querem saber dos detalhes para poderem saber quem está envolvido e poder agir para neutralizar a ação deste ou daquele indivíduo o mais rápido possível, a fim de não perder adeptos.
 
MOSES: 12- Uma vida de leitura bíblica, oração, jejum e louvor é a melhor arma para se vencer o homossexualismo pois, como disse Frank Worthen, fundador do ministério Amor em Ação (EUA) “Os indivíduos que têm maior chance de abandonar o homossexualismo são aqueles que se entusiasmam com Deus, que antecipam o que Ele vai fazer em suas vidas. Eles vêem Deus trabalhando até mesmo em pequenos detalhes da vida deles, e seus corações estão cheios de louvor.” (Extraído do livro Deixando o Homossexualismo, Ed. Mundo Cristão);
 
VIULA: Isso é apenas anestesia existencial e não faz diferença de fato. Muitos dirigentes de louvor, coristas, regentes, professores de EBD, líderes de círculo de oração, missionários, pastores, diáconos são gays e se relacionam com pessoas de seu próprio círculo eclesiástico e fora. A quem esses caras querem enganar?
 
MOSES: 13- Evitar amizades que possam influenciar na volta às práticas homossexuais assim como filmes, programas, revistas e lugares onde há pornografia, objetos do passado e tudo que exerça influência homossexual etc.

“E assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Co 5.7)
 
VIULA: Em que planeta? A sociedade está cheia de indivíduos gays e a presença da homossexualidade vai de programas de humor a novelas em horário nobre. Ninguém precisa abrir uma G Magazine para ver homens sedutores ou no caso das lésbicas, uma playboy, para ver mulheres irresistíveis. Além disso, a homossexualidade não se traduz apenas na nudez ou na piadinha de mau gosto na TV. A homossexualidade de grandes escritores, artistas, pintores, escultores, educadores, poetas, dramaturgos, cientistas e milhões de pessoas comuns está bem representada em cada coisa que eles produziram, pois o desejo erótico não se traduz apenas no ato sexual, mas na produção de tudo o que seja belo, produtivo e promotor de vida! A homossexualidade talvez seja a mais profícua em termos de genialidade. A história da humanidade que o diga!

Dizer que para um homossexual ser nova criatura, ele precisa ser heterossexual é tão absurdo quanto dizer para um heterossexual que para ser nova criatura, ele precisa ser homossexual. Ora se “ser nova criatura” é apresentar nova orientação sexual, nenhum heterossexual poderia ser nova criatura se continuasse sendo o mesmo velho heterossexual de sempre. Por que o gays, então?

Além disso, mesmo que o gay se isolasse num mosteiro, isso não o afastaria da homossexualidade, porque ela não é espaço geográfico. Ela é parte integrante de sua personalidade, de sua identidade. E ninguém pode fugir de si mesmo, exceto pela via do suicídio. E quando isso acontece na vida de um gay por causa de toda essa pressão fanática e preconceituosa, esses grupos e igrejas homofóbicos não sentem um pingo de remorso da confusão mental que promoveram ou ajudaram a manter. Pelo contrário, levantam o dedo mais uma vez para dizer que esse é o fim dos que se opõe à vontade de Deus. Estes homofóbicos são pregadores da morte. Caluniadores da vida. Querem destruir o desejo. Desejo é vida! Viva a vida!

Tanto o texto do MOSES acima analisado como este do Rabino Henry Sobel constavam do site do MOSES e estão agora no site do CPR (Centro de Pesquisas Religiosas)
 
Homossexualismo na versão do Rabino Henry Sobel
Extraído da revista ULTIMATO
 
SOBEL: A proibição bíblica contra o ato homossexual — “com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação” (Lv 18.22) — mantém-se intacta. O que mudou no decorrer dos tempos é que não se aplica mais o castigo de morte por apedrejamento.
 
Por que a Torá proíbe categoricamente as relações homossexuais? Primeiro por elas serem antinaturais, contrariando a própria anatomia dos sexos, visivelmente concebida para as relações heterossexuais. Além disso, o ato homossexual obviamente não leva à procriação, que é uma das principais funções — embora não a única — da sexualidade humana. Mais ainda, a homossexualidade é uma ameaça à instituição da família, que constitui um dos principais alicerces da continuidade judaica.

 
VIULA: Isso é falácia. Mesmo que 4 bilhões de pessoas fossem gays hoje (o que não é o caso – talvez sejamos apenas 10% da população), os outros mais de 2 bilhões ainda gerariam filhos suficientes para manter a humanidade intacta sobre o globo terrestre. Além disso, existem muitas outros comportamentos que não permitem a geração e ninguém liga pra isso: a vasectomia, a laqueadura, o celibato, a masturbação, o sexo depois da menopausa, o sexo com pílula anticoncepcional e outros métodos de evitar a gravidez, sexo fora do período fértil da mulher, e por aí vai.

Além disso, a homossexualidade pode ser tão útil ao bem-estar social quanto a heterossexualidade. Vide os milhares de bebês abandonados que precisam de pais ou de mães, além de muitas outras crianças e adolescentes já sem esperança de ganharem um lar. Quem os gerou? Heterossexuais. Quem os abandonou? Heterossexuais. E tem um monte de homossexuais querendo adotar essas crianças abandonadas. Quem é que tem prejudicado a sociedade, então? É muita falácia na boca e muito pensamento viciado na mente dessa gente que fala contra os homossexuais.

 
SOBEL: É importante, entretanto, fazer uma nítida distinção entre o ato homossexual e o homossexual como ser humano. Sem entrar na polêmica de o ato ser ou não ser uma “perversão”, uma “disfunção” ou uma “anomalia”, acreditamos que o indivíduo tem de ser aceito pela sociedade, independentemente de suas tendências sexuais serem aprovadas ou condenadas. Aceitar não equivale a justificar ou incentivar. O que se pretende é integrar o homossexual na comunidade e não aliená-lo.

 
VIULA: Isso parece ser verdadeiro em muitas sinagogas. Conheci um homossexual judeu que freqüentava uma sinagoga do Rio de Janeiro. Ele havia sido casado, separou e assumiu sua homossexualidade. O pessoal da comunidade nunca o rejeitou ou excluiu. Sua ex-mulher casou de novo com outro judeu e estava muito bem. Conversamos muito sobre isso porque eu vi a Torá em hebraico aberta sobre a mesa da sala de estar dele. Mas nem todas as sinagogas são assim. Existem aquelas que são extremamente ortodoxas.
 
SOBEL: O dever da religião em geral, e do judaísmo em particular, é estender a mão àqueles que se sentem marginalizados, manter a lei e, ao mesmo tempo, mostrar compaixão.

 
VIULA: Gays não precisam aceitar essa marginalização, mas também não precisam de compaixão. Merecemos respeito como qualquer outro indivíduo honesto da comunidade onde vivemos.
 
O rabino Henry I. Sobel é presidente do Rabinato da Congregação Israelita Paulista. Extraído da revista ULTIMATO nº 254

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