Biliu de Campina

Cantor

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Severino Xavier de Sousa (Campina GrandePB, 1 de março de 1949), mais conhecido como Biliu de Campina, formou-se em Direito, mas deixou a profissão de advogado para ser músico, resgatando o forró de raiz. Biliu é um forrozeiro que transita pela sua cidade natal tranqüilamente, sendo um referencial e um patrimônio cultural da cidade. É fácil encontrá-lo no meio dos turistas no Parque do Povo e horas depois está em cima do palco fazendo show.

Se auto-intitula como o maior carrego de Campina Grande. Critica as bandas de forró eletrônico e forró universitário, classificando-os como sendo travestis de forrozeiros, que aparecem como Balão junino; fazendo forró a força e dizendo que estão dando força para o Forró.

          Autor de canções descontraídas, gostosas de ouvir e boas de dançar, Biliu se confessa um admirador do trabalho deixado por Jackson do Pandeiro e Rosil Cavalcante, artistas que o influenciaram desde criança.
          No disco “Tributo a Jakson e a Rosil”, ele além de prestar uma homenagem aos dois artistas paraibanos, procura resgatar a memória musical nordestina. Sobre esse assunto, afirma que a música nordestina está ficando poluída pela variedade de ritmos que estão misturando a ela, num trabalho de descaracterização da música genuinamente nossa que é o côco, o xaxado, o baião, o xote, entre outros. “Sendo o côco o pai  de todos os ritmos”, acrescenta.
          Essa variedade de ritmos que existe na atualidade, na sua opinião, é uma forma que as produtoras encontraram para fabricar cantores e danças, a exemplo do que acontece com a lambada e o fricote, etc, consideradas por Biliu como artificialidades.
          Entende que esse processo de criação de ritmos é efêmero e só visa o lado econômico da questão, sem se preocupar com a valorização da música. Para o artista campinense, as pessoas errôneamente atribuem a criação de ritmos a determinados cantores, quando, na realidade, os ritmos nascem da espontaneidade das manifestações naturais do povo.
          Biliu classifica a lambada como uma nuvem passageira e até brinca: “É como uma baleia que tem a boca muito grande e a guela pequena. Por esta razão não acredito que este novo ritmo tenha condições de superar o cõco, o xaxado, o xote, o baião, ritmos consagrados pelo nosso povo”.
          A demora para aparecer para o grande público, Biliu de Campina, atribuiu às gravadoras e produtores, que a primeira vista não dão valor ao trabalho dos artistas nordestinos, que são tratados de ‘artistas da terra’, na sua opinião, uma forma pejorativa de tratamento, “É a mesma coisa do jogador de futebol que é tratado como prata de casa, ninguém quer dar valor, numa maneira errada de se encarar as coisas”.
          Você gosta de ser chamado de artista da terra? Pergunta o repórter a Biliu, que responde em tom de gozação: “Já afirmei em outras ocasiões que me sinto muito bem quando sou incluído na relação dos chamados artistas da terra, já que desconheço artistas de outros planetas, assim como: Plutão da Sanfona, Netuno do Rojão, Júpiter da Zabumba, ou os ETs do Forró”.
          Inspirado na denominação artistas da terra, Biliu resolveu batizar a sua banda (em fase de formação) de “Os ETs do Forró”, cujos componentes pretende valorizar, ao contrário do que acontece com outros artistas. “A julgar pelas caras dos integrantes da minha banda, o nome tem razão de ser”.
          Durante sua vida de artista, Biliu de Campina fez de tudo um pouco: compôs, foi puxador de samba, participando dos carnavais de Campina Grande com grande empolgação. Orgulhoso, afirma que assistiu os mais famosos forrós de Campina Grande, que eram o Forró de Mulata, do Guarani, da Velha Antônia (homenageada por Zito Borborema em um dos seus discos) e Forró do Alcatrão. “Aquilo sim é que era forró”, recorda ele com saudade.

Biliu lançou três discos independentes: Tributo a Jackson e Rosil; Forró O Ano Inteiro e Matéria Paga. E lançou dois CDs independentes: Do Jeito Que O Diabo Gosta e Forrobodologia. Em 2002 mantendo seu lado irreverente, lança: Diga Sim A Biliu de Campina, trocadilho da campanha nacional do Combate a Pirataria: Diga Não a Pirataria.

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O Forró de Biliu tem toda a essência dos forrós tradicionais, com um suingue característicos dos discípulos de Jackson e uma irreverência no duplo sentido das letras que mostra bem toda a malicia e o bom humor nordestino. O mesmo mantém um trabalho local por opção e por falta de oportunidade de mostrar seu trabalho a nível nacional; não quer se desgastar no sudeste, batendo portas lacradas e trocado por modismo do mercado fonográfico.

Ele deixou a profissão de advogado para fazer nos palcos justiça aos forrozeiros das antigas que foram esquecidos, como: Jararaca e Ratinho; Marinete e Marinalva; Ari Lobo; Jacinto Silva e Déo do Baião e muitos outros. Biliu é um forrozeiro que transita pela sua cidade natal tranqüilamente. É um referencial e um patrimônio cultural da cidade.

No palco o cinquentão esbanja energia de garotão de vinte anos, com carisma e balanço que contagiando os forrozeiros. É fácil encontra-lo no meio dos turistas no Parque do Povo e horas depois está em cima do palco animando a rapaziada até a madrugada. Se auto-intitula como o maior carrego de Campina Grande. Se você quiser tira sua paciência, é só falar das Bandas de forró, de forró Universitários, de forró de Tecladistas e outros oportunistas do Forró; os quais são identificados pelo mesmo como sendo: Travestis de Forrozeiros, que aparecem como “Balão junino; fazendo forró a força e dizendo que estão dando força para o Forró”. Biliu lançou três discos independentes: Tributo a Jackson e Rosil; Forró O Ano Inteiro e Matéria Paga. E lançou dois CDs independentes: Do Jeito Que O Diabo Gosta e Forrobodologia. Em 2002 mantendo seu lado irreverente, lança: Diga Sim A Biliu de Campina, trocadilho da campanha nacional do Combate a Pirataria: Diga Não a Pirataria. O Forró de Biliu tem toda a essência dos forrós tradicionais, com um suingue característicos dos discípulos de Jackson e uma irreverência no duplo sentido das letras que mostra bem toda a malicia e o bom humor nordestino. O mesmo mantém um trabalho local por opção e por falta de oportunidade de mostrar seu trabalho a nível nacional; não quer se desgastar no sudeste, batendo portas lacradas e trocado por modismo do mercado fonográfico. Segue a baixo entrevista exclusiva de Biliu de Campina para revista musical on-line Ritmo Melodia

 1-) Ritmo Melodia – Biliu fale do seu primeiro contato com a música?                                                                                 

Biliu de Campina – Eu sou de uma família de músicos. Criaturas que conviviam nos forrobodós, tanto Forró Pé de Serra como Toco de Serra. Desde minha infância eu sempre curtia as difusoras (rádios) dos bairros, pastoris, asilados de circos, curtindo coco de meio de Feira e aboios de vaqueiros nas vaquejadas urbanas e pegas de boi rural e sem esquecer os duelos de violas. Foram essas minhas primeiras influencias.           
2-) RM – Porque a troca da profissão de Advogado pela de Forrozeiro?
BC – Eu entrei na Faculdade de Direito, mas o direito não entrou na minha Faculdade. Deixei o Fórum pelo palco para fazer justiça musical. Com uma política de resgate, através da minha experiência, por pertencer à família de músicos, comecei na escola Forrobodológica para resgata os nomes, além de Jackson e Gonzagão, são: Ari Lobo, Déo do Baião, Jacinto Silva que era o rei do sincopado, Marinete e Marinalva, que a mídia não toca. Faço justiça com meu trabalho, aos que não foram reconhecidos. Troquei a profissão de advogado pela de Forrozeiro. Eu estou indo de vento e popa, enquanto muita gente que é travestis de forrozeiros está dando popa no vento.          

       
3-) RM – Fale do seu inicio de carreira profissional?
BC – Eu acho que nunca comecei minha carreira profissional. Eu sempre faço forró com uma inclinação afetuosa, com dileto antigo, com inclinação, tendência e vocação. Esse lado profissional às vezes eu esqueço, esse é um dos motivos de eu não viajar tanto. Para viajar por aventura não vale a pena. E como a evolução é muito grande, através da internet, como o mundo está se comunicando atualmente, não é preciso sair de Campina Grande, como antigamente, que os músicos precisavam sair para o Eixo Rio – São Paulo para fazer sucesso. Atualmente o sucesso está no nordeste e por falar em sucesso saindo do nordeste para o sudeste, com Jackson do Pandeiro que foi ao contrario de Luiz Gonzaga que começou a carreira no sudeste, Jackson já saiu do nordeste preparado, através da rádio e jornal do comércio, saiu com disco pronto. O Genival Lacerda, também saiu com disco pronto através da gravadora Mocambo. E Jackson saiu de Recife na década de cinqüenta para o Rio de Janeiro; nessa época o nordeste estava impondo uma nova configuração de mercado do Forró. 

4-) RM – Quantos discos e CDs lançados? Quais as musicas de sucessos?                                                                              
BC – Discos lançados são três até o momento. O primeiro é um tributo a Jackson do pandeiro e Rosil Cavalcante. No qual regravei algumas musicas do Rosil que foram interpretadas pelo Jackson, que foram: Quadro Negro; Lei da Compensação; Cabo Tenório e outras coisas mais. E a música escolhida e cantada pelo povo é a que classifico de sucesso, então foi a de minha autoria e que era o titulo do disco: Tributo a Jackson e Rosil. O segundo disco chamava-se: Forró o Ano Inteiro. Foi uma forma de acaba com a historia dos forrozeiro balão, que aparece uma vez por ano e desaparece depois do São João. E eu faço forró o ano inteiro. Uma das músicas que se sobressaiu foi: O Pobre e o Rico. Que diz: “O rico pega o carro sai para passeia/ O pobre sai para passeia e o carro pega…” Que virou domínio publico.
E o disco mais recente foi contestando aquelas pessoas que tem talento e não tem condições de gravar e vice-e-versa. Então o terceiro disco se chama: Matéria Paga, música de João Gonçalves que em minha opinião é um dos maiores compositores do Brasil. Aqui em Campina Grande, na música temos o Pelé que é o Antonio Barros e o Garrincha que é o João Gonçalves. E eu gosto mais do futebol de Garrincha. E a música diz: “Ô mãe vende o galo e a galinhas/ E cabra de tia Juana e a perua de mariquinha/ O burro velho do meu pai e o porco do Francisco/Depois me dê o dinheiro/ Que eu quero gravar um Disco/ Ô Mãe vou desfilar no calçadão/ Com o meu disco na mão/ A turma da fofoca vai logo enchendo a vista/Morrendo de Inveja porque eu já sou artista/ Eu não sei cantar e não sou compositor/Mas tendo alguns trocados qualquer um virá cantor/Vou ficar famoso fazendo show no xerén/Depois vou comprar um carro e não ligo mais para ninguém.” os dois CDs são: Do Jeito Que O Diabo Gosta e Forrobodologia.  

5-) RM – Biliu quais foram suas influencias musicais?
BC – Minha influencias são respaldadas nos antepassados. Aquelas pessoas que tinham vínculos com a nossa cultura popular. Aquela turma que faziam do repente; dos cocos de emboladas; duplas genuinamente caipiras, os sertanejos. As duplas caipiras, que tinham um lado das brincadeiras, como: Jararaca e Ratinho; Venâncio de Corumba; Alvarenga e Ranchinho. Ouvido também o pernambucano cabeça chata: Manezinho Araújo, que inspirou o Jackson do Pandeiro. Ele cantava o trava língua. E o paraibano de Cajazeiras: Zé do Norte que fez muitas trilhas sonoras para filmes e foi um pioneiro em divulgar a musica nordestina no sudeste. Eu o considero como um dinossauro do Forró. Esses são os representantes da pré – historia do Forró.

6-) RM – Fale do Forró de Campina Grande?
BC – Campina Grande tem uma política de resgate. Os forrós aqui eram distribuídos pelos bairros, fazendas e vilas circunvizinhas no mês junino. E hoje é concentrada toda a festa no parque do Povo. O Quartel General da Folia que se faz o Maior São João do Mundo. Que na opinião do velho Biliu, com muita simplicidade, eu digo que o Maior São João do Mundo, hoje é um mundo de São João. Concentrando tudo e todos. Os forrozeiros das antigas e do presente. Assim cantava Jackson: “Cantando meu Forró vem na lembrança/ Do meu tempo de criança que me faz chorar/ Ô linda flor, Linda Morena/ Campina Grande minha Borborema.” E uma música de Zé Pereira, gravada pelo Jacinto Silva que diz: “O moço o seu pode crê/ Que eu estou doido para vê o Luar de Campina”. E tem os forrozeiros do presente e as bandas de forró, que não sou contra elas, mas sou a favor das nossas tradições, que as bandas não descaracterize o Forró em nome de uma modernidade. E tem as bandas que mantém as tradições, mesmo fazendo um som diferente, mas bebendo sempre na fonte do forró, do maracatu, coco e ritmos nordestinos como: As Bastianas; a Cabruêra; Mestre Ambrosio; Silvério Pessoa; Quenga de Coco; Formiga de Roça que fazem a política de resgate do verdadeiro forró, inspirados nos dinossauros do forró, a turma das antigas.

7-) RM – Como você vê a popularização do Forró Universitário?
BC – É uma mídia de cima para baixo. É fruto de uma produção e não de uma espontaneidade. Tem alguma coisa boa, mas que não me serve de referencia para um bom forró, eu que sou versado no forrobodologia. Eu estou fazendo um forró com licenciatura plena, doutorado e livre docente do Forró. E prefiro o pessoal que citei a cima como: a Cabruêra que bebe na fonte do forró autentico e com uma preocupação com a pesquisa dos costumes tradicional. E de positivo vejo pelo menos o nome de Forró. E eu prefiro um roqueiro autentico do quer travestis de Forrozeiros. 

😎 RM – Biliu, você dedica parte do seu show ao repertorio de Jackson do Pandeiro. Qual a importância do mesmo para a música nordestina?
BC – A importância dele é para musica brasileira em geral. Ele saiu do nordeste pronto e com seu disco de baixo do braço. E a escola forrobodológica, foi o pastoril como bedegué de pastoril. Ele com Zé Lacerda, irmão de Genival, dizia galhofa e participava das festas dos arraiais em Campina Grande e da sua terra natais Alagoa Grande, acompanhando sua mãe que cantava coco de embolada nas feiras e Jackson tocava percussão.  

9-) RM – Fale do Maio São João do Mundo em Campina Grande?                
BC – Como falei anteriormente, hoje é um Mundo de São João. Concentra todas as tendências musicais nordestinas. E o que a maior no cenário do Forró, aqui é o espelho para todos os forrozeiros que levam o forró com seriedade.  

BILIU DE CAMPINA GRAVA SEU PRIMEIRO DVD.

Antes que o mundo se acabe”. Esse é o título do primeiro DVD da carreira do cantor campinense Biliu de Campina.
Uma aula de história sobre a nordestinidade brasileira sonorizada com muito forró cuja segunda etapa de gravação será realizada neste final de semana.

Com quase 50 anos de carreira, Biliu de Campina já tem vários CDS gravados sem falar nos famosos LPs de vinil que fizeram sucesso em décadas passadas.

O álbum traz imagens pré-gravadas em locais distintos de Campina Grande. Exemplo do Calçadão e Praça da Bandeira no centro da cidade. Alguns artistas campinenses participarão da gravação do DVD com músicas autorais e depoimentos.

O DVD será gravado no restaurante o Mororó com início previsto para as 19 horas dessa sexta feira dia 25 de março. No repertório, os principais sucessos de Biliu durante vários anos de carreira.

O acesso ao local será aberto ao público e convidados com limitação de presença. Alto astral e muita irreverência estão aliados a um repertório escolhido pelo próprio artista. Parte deste é composto por músicas que marcaram a história da carreira de Biliu de Campina.

O elemento popular também é cênico, espetacularizado. No show o cenário será uma replica da sala de uma casa simples. Painéis ao fundo, em preto e branco, mostrarão a cidade de Campina Grande em décadas passadas misturando-se a equipamentos modernos como uma TV de LCD representando o símbolo desta perfeita ligação entre o passado e presente.

Tudo será registrado e editado para o DVD. Um presentão aos fãs! Quando for lançado no final do mês de abril, o DVD vai ter uma tiragem inicial de aproximadamente 5 mil cópias para todo Brasil.

DITOS E FEITOS:

Parque o Povo, São João de 1998.
Passando pela barraca do Cave e lá vendo um amigo, Biliu diz: “eu vou é pra barraca da Alda Gato, que lá tem um Self-Service de rapariga”. Logo depois, sem que ninguém esperasse, Biliu está de volta à barraca do Cave, e o amigo aproveita: “Biliu: parece que tu não comesse nada lá, e nem uma “quentinha” trouxesse prá gente?

Em entrevista a uma emissora de rádio de Caruarú:

Entrevistador: Biliu, o que faz um forrozeiro fora do período junino? Biliu: Eu, pelo menos, passo dois meses do ano cantando e o restante do ano vendendo eletrodomésticos. Locutor: Ah, então você tem uma loja? Biliu: Não, para sobreviver, passo o restante do ano vendendo os “troços” lá de casa: geladeira, fogão, televisor, rádio…

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Versajar é minha sina
No mundo transcendental
Passo do ponto final
Fazendo o que me fascina
Vou pelo mapa da mina
Navegando em barco a vela
Sem ter medo da procela
Numa letal disparada
A morte está enganada
Eu vou viver depois dela.

(décima que fez no gabinete do então deputado Raymundo Asfora, que lhe deu o mote: A Morte Está Enganada, Eu Vou Viver Depois Dela.)

…”me sinto muito bem quando sou incluído na relação dos chamados artistas da terra, já que desconheço artistas de outros planetas, assim como: Plutão da Sanfona, Netuno do Rojão, Júpiter do Zabumba, ou os ETs do Forró”.

…”a música nordestina está ficando poluída pela variedade de ritmos que estão misturando a ela, num trabalho de descaracterização da música genuinamente nossa que é o côco, o xaxado, o baião, o xote, entre outros, sendo o côco o pai de todos os ritmos.
Essa variedade de ritmos que existe na atualidade, na sua opinião, é uma forma que as produtoras encontraram para fabricar cantores e danças, a exemplo do que acontece com a lambada e o fricote, etc, Esse processo de criação de ritmos é efêmero e só visa o lado econômico da questão, sem se preocupar com a valorização da música nordestina”.
                       (em entrevista ao jornalista Orlando Ângelo em A União de 27/28 de maio de 1989)

“É melhor ser um rico de mentira, do que um pobre de verdade”.

“Se podemos chamar Pedro de “O Rei da Picanha”, por que não chamar Alda Gato de “A Rainha da Buçanha”?

“Eu sou um aeroporto (só prá mulher avião)”.

VÍDEOS E FOTOS

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Biliu de Campina e Gilberto Gil juntos em Campina Grande no lançamento do movimento político-ecológico “ONDA AZUL” (outubro/89). O show, realizado no Parque do Povo, foi uma homenagem aos 70 anos de Jackson do Pandeiro.

ALGUNS SUCESSOS DE BILIU


MULHER AVIÃO      LETRAOUVIR
   Biliu de Campina
MATÉRIA PAGA       LETRAOUVIR
   João Gonçalves
CANTANDO FORRÓ À FORÇA      LETRAOUVIR
   Biliu de Campina
MELHOR DO QUE TU      LETRAOUVIR
   Juvenal de Oliveira/Biliu de Campina
CHOVER NO MOLHADO      LETRAOUVIR
   Biliu de Campina
CÔCO DO CÃO     LETRAOUVIR
   D. Martins/Manezinho Silva
MÁGOAS DE UM NORDESTINO      LETRAOUVIR
   Edmar Miguel
LÁ VAI FORRÓ      LETRAOUVIR
   Edmar Miguel
VANTAGEM DE OTÁRIO      LETRA
   Biliu de Campina
COCO LIMEIREANO      LETRAOUVIR
   Biliu de Campina

CATIRINA      LETRAOUVIR
   Biliu de Campina
O POBRE E O RICO     LETRAOUVIR
   Biliu de Campina
É SÓ CÔCO       OUVIR
   Rafael de Carvalho
POUT-POURRI DE FORRÓS      OUVIR
> 1×1
   Edgar Ferreira
> O CANTO DA EMA
   Alventino Cavalcanti/Ayres Viana/João do Vale
> SEBASTIANA
   Rosil Cavalcanti
ALÔ ALÔ CAMPINA GRANDE      LETRAOUVIR
   Severino Ramos
A GRANDE HERANÇA       OUVIR
   Biliu de Campina/Assis do Cavaco
POUT-POURRI DE CÔCOS       OUVIR
> CÔCO SINCOPADO
   Jacinto Silva/Zé da Lojinha
> CÔCO DO “M”
   Zé do Brejo/jacinto Silva
> CÔCO DO “C”
   Buco do Pandeiro/O. Freitas
CÔCO REPEADO      OUVIR
   Biliu de Campina
CHIFRE SEM DOR      OUVIR
   Biliu de Campina
EMBOLADA COM TESÃO      OUVIR
   Biliu de Campina
GALOPE DIFERENTE      OUVIR
   Biliu de Campina e Juvenal de Oliveira
NA BOCA DO GARRAFÃO      OUVIR
   Biliu de Campina
CANDIDATO A VIRAR BOI      OUVIR
   João Gonçalves e Biliu de Campina
NA BASE DA CHINELA      OUVIR
   Jackson do Pandeiro/Rosil Cavalcanti

Clique aqui para ouvir algumas músicas deste disco (no formato Real Audio)
Disco: Matéria Paga – Forró Mesmo
Número de Série: 341.193 – Ano: 1993

Ficha Técnica


Lado A
MULHER AVIÃO
MATÉRIA PAGA 
CANTANDO FORRÓ À FORÇA
MELHOR DO QUE TU
CHOVER NO MOLHADO

Lado B
CÔCO DO CÃO
MÁGOAS DE UM NORDESTINO
LÁ VAI FORRÓ
VANTAGEM DE OTÁRIO
CATIRINA
 
Clique aqui para ouvir algumas músicas deste disco (em formato Real Audio)
Disco: FORRÓ UM ANO INTEIRO
Número de Série: 521.404.493
Dedicatória:
DEDICO ESTE DISCO A TODOS QUE ACREDITAM E INCENTIVAM O MEU TRABALHO, PARTICULARMENTE MEU PAI, FRANCISCO XAVIER DE SOUZA (‘SEU’ CHICO).
Biliu de Campina

*Músicas do Bloco Galo de Campina, arranjos e execução do Maestro Gabymar Cavalcanti.

Ficha Técnica


Lado A
O POBRE E O RICO
É SÓ CÔCO
AMOR E SOLIDÃO
POUT-POURRI DE FORRÓS
> 1×1
> O CANTO DA EMA
> SEBASTIANA
NA BASE DA CHINELA
GALO II (Embalo Geral)*

Lado B
ALÔ ALÔ CAMPINA GRANDE
A GRANDE HERANÇA
FORRÓ FURRUM FUÁ
POUT-POURRI DE CÔCOS
> CÔCO SINCOPADO
> CÔCO DO “M”
> CÔCO DO “C”
O CONTO DA CAROCHINHA
GALO I (TRUPIZUPE)*
 
biliu2.jpg (124240 bytes)

Disco: TRIBUTO A JAKSON E ROSIL
Número de Série: 599.404.420 – Ano: 1989

Fiha Técnica


Lado A
DO JEITO QUE O DIABO QUER
TRIBUTO A JAKSON DO PANDEIRO
GAGO SANFONEIRO
CHAPÉU DE COURO
CÔCO DO NORTE

Lado B
QUASE NADA
FORRÓ NA GAFIEIRA
CABO TENÓRIO
LEI DA COMPENSAÇÃO

 

Disco: DO JEITO QUE O DIABO QUER
Produção independente
Ficha Técnica
 
 

PRIMEIRO CD DE BILIU DE CAMPINA

GALOPE DIFERENTE
PARAIBARIÁ
SINTO FALTA
CHIFRE SEM DOR
COCO LIMEIRIANO
MELHOR DO QUE TU
UM MUNDO DE SÃO JOÃO
CATIRINA
MULHER AVIÃO
DO JEITO QUE O DIABO QUER
A GRANDE HERANÇA
EMBOLADA COM “T”
O POBRE E O RICO
CANDIDATO A VIRAR BOI

 
   

“FORROBODOLOGIA”


 


OUÇA UMA AMOSTRA DAS MÚSICAS


01. CHAPÉU DE COURO
02. CANTANDO FORRÓ À FORÇA
03. FELAPUTARIÁ
04. NUTRICIONISTA
05. UM MUNDO DE SÃO JOÃO

06. CHOVER NO MOLHADO
07. DUNGO DUNGO
08. PRIMEIRA LIÇÃO
09. GAGO SANFONEIRO
10. SE LIGA MALANDRO
11. TRAVESTIDO DE FORROZEIRO
12. CONTO DA CAROCHINHA

  1. Forró de plástico
  2. Forró
  3. O Forró e o Plástico
  4. Um papo sobre forrós de plástico, cultura e pseudo-intelectuais
  5. Forró de Plástico. Lixo Made in Nordeste
  6. João Gonçalves
  7. Biliu de Campina
  8. Marinês
  9. The Beatles
  10. Luiz Gonzaga
  11. O Maior São João do Mundo
  12. Jabá
  13. 100 Maiores Músicas Brasileiras
  14. Direitos humanos
  15. Declaração Universal dos Direitos Humanos
  16. John Lennon
  17. Cultura de paz
  18. Aung San Suu Kyi
  19. Chico Xavier
  20. Harvey Milk
  21. Mahatma Gandhi
  22. Zilda Arns
  23. Madre Teresa de Calcutá
  24. Chico Mendes
  25. Nelson Mandela
  26. Margarida Maria Alves
  27. Dorothy Stang
  28. Dalai Lama
  29. The U.S. vs. John Lennon
  30. Paz
  31. Nobel da Paz
  32. A música dos valores perdidos – “TEM RAPARIGA AÍ?”
  33. Portal: Campina Grande
  34. Campina Grande
  35. O Maior São João do Mundo
  36. Carnaval
  37. 20° Encontro da Nova Consciência – PROGRAMAÇÃO COMPLETA 2011
  38. Saravá, Dom Pelé! – 19° Encontro da Nova Consciência
  39. Sala de imprensa – 20° Encontro da Nova Consciência (2011)
  40. Como Chegar ao Encontro da Nova Consciência – MAPA DA CIDADE
  41. Festival de Inverno de Campina Grande
  42. SESC Paraíba
  43. Encontro da Nova Consciência – Exemplo Maior de Amor, Tolerância, Fraternidade, Sabedoria e Democracia
  44. Museu de Luiz Gonzaga
  45. Teatro Municipal Severino Cabral
  46. A Nova Era e a Nova Ordem Mundial – no Fantástico!
  47. Encontro Para a Nova Consciência – Exemplo Maior de Amor, Tolerância, Fraternidade, Sabedoria e Democracia
  48. História de Campina Grande
  49. O Encontro da Consciência Cristã é mesmo exemplo de uma Consciência Cristã?
  50. Evangélicos em Crise: Escândalos na igreja institucional
  51. Estado laico – por Leonardo Boff
  52. Mentes Brilhantes em busca da Nova Consciência
  53. Qual é a idéia mais perigosa na religião?
  54. “Cuidado com os burros motivados” – Roberto Shinyashiki
  55. Pela Paz no Tibet
  56. O Evangelho Segundo São Dawkins
  57. PARE DE USAR SACOS PLÁSTICOS! Salve a Natureza!
  58. A Ciência e a Fé
  59. Cartografia da saudade
  60. Ciência, fé e credulidade excessiva
  61. Nehemias Marien – Carta de Eglé Marien (vídeo)
  62. O semeador de Idéias – Fritjof Capra
  63. CAMPINA GRANDE NÃO PODE SER UMA NOVA SALEM
  64. ESCOLHENDO O FUTURO (Edmundo Gaudêncio)
  65. Encontro para a Nova Consciência: A Grande Celebração Brasileira da Diversidade!
  66. A verdadeira jihad – E o XV Encontro da Nova Consciência
  67. O que é holístico?
  68. O Cristianismo e a Nova Consciência
  69. CONTATOS e COMO ACHAR O EVENTO
  70. PATROCINE o Encontro da Nova Consciência
  71. Canal de Vídeos – Encontro da Nova Consciência
  72. NOVA CONSCIÊNCIA – CURSOS, VIVÊNCIAS e OFICINAS (2011)
  73. O que é o Encontro da Nova Consciência?
  74. ABUSOS de alguns líderes EVANGÉLICOS – Revista Época
  75. A Lua, O Papa, O Diabo e uma Nova Consciência
  76. Ser Gay é UM DIREITO e não uma opção! – Seja a favor do PLC 122/2006
  77. Lavagem Cerebral – Saiba como funciona e mantenha-se à salvo
  78. Criacionismo X Charles Darwin (Evolução) – Crer é igual a ver?
  79. “EU SOU O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA” – Uma análise das representações sociais que os evangélicos fazem sobre os adeptos da Nova Era.
  80. Freedom From Religion Foundation – pela separação entre a Igreja e o Estado
  81. Anticalvinismo brasileiro: A expansão negativa da Teologia da Prosperidade
  82. O Conflito da Paz: A disputa de Saberes e Poderes no Encontro da Nova Consciencia
  83. DEMONIZAÇÃO E INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
  84. Manifesto de uma nova consciência (Blog Consciência Eferverscente)
  85. Severn Suzuki – Eco 92. O discurso que calou o mundo (vídeo)
  86. Dois pensamentos que não creem na existência de Deus
  87. Processos de Reciclagem de plásticos – Reciclar é viver!
  88. John Lennon e a Cultura de Paz
  89. Quanto custa salvar a natureza ? (Revista Planeta)
  90. Fundamentalismo Cristão
  91. Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e Dalai Lama
  92. O Cristianismo e a Nova Consciência – Marcelo Barros
  93. As Falácias da Reversão Sexual – HOMOFOBIA
  94. A Biblioteca de Alexandria – Carl Sagan
  95. A EDUCAÇÃO HOLÍSTICA PARA A PAZ – Pierre Weil
  96. Serenões: Consciências Superevoluídas
  97. Revista Almanaque Brasil valoriza o Encontro da Nova Consciência
  98. Homofobia – Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; abominação é. (Levítico 18.22)
  99. Nova Iorque recordou John Lennon juntando centenas de pessoas no Central Park
  100. Polêmica – “Não acreditar em Deus é um atalho para a felicidade”
  101. A Terra em Miniatura (The Miniature Earth)
  102. Frei Beto: A Bíblia e os gays – Líder católico defende PLC 122
  103. Professora Amanda Gurgel silencia secretária da Educação e deputados
  104. Brasil sobe nove posições e ultrapassa EUA em ranking global da paz
  105. Pelo fim dos preconceitos no Brasil – Carlos Ayres Britto
  106. Mentes Brilhantes em busca da Nova Consciência
  107. A importância do Estado Laico na garantia dos direitos fundamentais de minorias
  108. Encontro para a Nova Consciência: A Grande Celebração Brasileira da Diversidade!
  109. Lista dos Ilustres Palestrantes da Paz – Nova Consciência
  110. A verdadeira jihad – E o XV Encontro da Nova Consciência
  111. Salve o bloco da nova conciência – Fogo Intolerante
  112. ENTREVISTA COM NEHEMIAS MARIEN: O PASTOR QUE ACEITA O ESPIRITISMO
  113. Encontro da Nova Consciência