Campina Grande

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Campina Grande é um município brasileiro situado no estado da Paraíba.

Considerada um dos principais polos industriais da Região Nordeste[7] e o maior pólo tecnológico da América Latina, segundo a revista norte americana Newsweek[8]. Campina Grande foi fundada em 1º de dezembro de 1697, tendo sido elevada à categoria de cidade em 11 de outubro de 1864.

A cidade possui uma agenda cultural variada, destacando-se os festejos de São João, que acontecem durante todo o mês de junho , a Micarande, um dos mais tradicionais carnavais fora de época do país, o Encontro da Nova Consciência, um encontro ecumênico realizado durante o Carnaval, além do Festival de Inverno e outros 20 eventos.

De acordo com estimativas de 2010, sua população é de 385 276 habitantes, sendo a segunda cidade mais populosa da Paraíba, depois da capital. Campina Grande foi indicada pelo jornal a Gazeta Mercantil, como a cidade mais dinâmica do nordeste e 6ª cidade mais dinâmica do Brasil.

A cidade tem o segundo maior PIB entre os municípios paraíbanos, representando 13,63% do total das riquezas produzidas na Paraíba. Uma evidência do desenvolvimento da cidade nos últimos tempos é o ranking da revista Você S/A, no qual Campina Grande aparece como uma das 10 melhores cidades para se trabalhar e fazer carreira do Brasil, única cidade do interior entre as capitais escolhidas no país.[9]

Sua região metropolitana, formada por 23 municípios, possui uma população estimada em 687.545 habitantes, sendo a maior zona metropolitana do interior nordestino, quarta maior zona metropolitana do interior brasileiro, 24ª maior do Brasil e 787º maior do mundo[10].

Campina Grande também é conhecida como cidade universitária, pois conta com 16 universidades, sendo três delas públicas. É comum estudantes do Nordeste e de todo o Brasil virem morar no município para estudar nas universidades locais. Além de ensino superior, o município oferece capacitação para o nível médio e técnico.

História

Ver artigo principal: História de Campina Grande

A urbanização do município tem um forte vínculo com suas atividades comerciais desde os primórdios até hoje. Primeiramente o município foi lugar de repouso para tropeiros, em seguida se formou uma feira de gado e uma grande feira geral (grande destaque no Nordeste). Posteriormente, o município deu um grande salto de desenvolvimento devido às atividades tropeiras e ao crescimento da cultura do algodão, quando Campina Grande chegou a ser a segunda maior produtora de algodão do mundo. Atualmente, o município tem grande destaque no setor de informática e desenvolvimento de softwares. Abaixo, seguem-se as etapas da urbanização do município de Campina Grande, passando pelos estados de “sítio“, vila e município. Os estrangeiros deram forte contribuição ao desenvolvimento do Município, destacando-se os árabes, alemães, italianos e dinamarqueses, que influenciaram a política durante 20 anos no século XX.

[editar] Ocupação pelos índios Ariús

Monumento da Praça Clementino Procópio. Feito em homenagem a Teodósio de Oliveira Lêdo.

Normalmente a origem de Campina Grande é creditada à ocupação pelos índios Ariús no sítio de Campina Grande, liderados por Teodósio de Oliveira Lêdo, Capitão-mor dos Sertões, em 1º de dezembro de 1697. Entretanto, alguns autores não concordam com essa versão, sugerindo que o local já era povoado (com o nome de Campina Grande) na chegada de Teodósio com os Ariús. O Capitão-mor teria feito, nessa última versão, a consolidação do povoado e seu desenvolvimento que já encontrava-se povoado, integrando o sertão com o litoral, levando em consideração que o posicionamento geográfico de Campina Grande é privilegiado, sendo passagem dos viajantes do oeste para o litoral paraibano.

Em 1750, Campina Grande é elevada a frequesia Nossa Senhora dos Milagres, depois, o Governo do Pernambuco propôs criar três villas no Cariri paraibano, então Antônio Felipe Soares de Andrade Preterades homenageou em 1787 a Rainha de Portugal formando a primeira rua do lugar, com casas de taipas Vila Nova da Rainha. A igreja construída no alto da ladeira deu origem a várias casas em seus arredores e atualmente é a Catedral de Campina Grande. O largo da Matriz, a rua onde foi construída a igreja, posteriormente tornou-se uma das ruas mais importantes da cidade: a Avenida Floriano Peixoto. A economia do povoado era sustentada pela feira das Barrocas, por onde passavam vários boiadeiros e tropeiros.

Assim, aos poucos, o povoado torna-se vila, devido ao progresso comercial que havia obtido. Quando o povoado de Campina Grande surgiu, poucos locais populosos existiam na Paraíba, a exemplo: Alhandra e Jacoca, Baía da Traição e Cabedelo, no litoral; Monte-mor, Taipu e Pilar, na região da Várzea; Boqueirão, no Cariri; e Piranhas e Piancó, no Sertão.

[editar] Surgimento da vila

Prédio que funcionava a primeira cadeia de Campina Grande, atual Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande.

No fim do século XVIII, a Coroa pretendia criar novas vilas na província. Nesta época, a província da Paraíba era sujeita à de Pernambuco, cujo governador era D. Tomás José de Melo. Em 1787, o ouvidor da província da Paraíba, Antônio F. Soares, pediu ao governador de Pernambuco a criação de três vilas na capitania. Duas dessas vilas o ouvidor criaria em Caicó e em Açu, onde já havia povoamentos que, nesta época, faziam parte da Capitania da Paraíba. A outra, pretendia criar na região do Cariri, que compreendia parte do que hoje são a Microrregião do Cariri Oriental e do Cariri Ocidental. Campina Grande e Milagres eram as duas freguesias candidatas a virarem vila que estavam naquela região.

Assim, em abril de 1790, Campina Grande foi escolhida pelo Ouvidor Brederodes para se tornar vila, devido à suas terras cultivadas produzirem mais riquezas e principalmente devido à sua melhor localização, estando entre a capital no litoral e o sertão.

No dia 6 de abril, Campina Grande passou a ser chamada oficialmente de Vila Nova da Rainha, em homenagem à Rainha Dona Maria I. Apesar da mudança de nome, os habitantes locais continuaram a chamar o lugar de Campina Grande, e somente em textos oficiais e formais o nome Vila Nova da Rainha era utilizado. A cadeia de Campina Grande foi construída em 1814, no largo da Matriz (atual Avenida Floriano Peixoto). Este prédio hoje em dia é o Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande.

Assim, Campina Grande alcançou a categoria de vila em 1790. A vila então possuía câmara municipal, cartório e pelourinho. Entretanto, a Vila Nova da Rainha não despertou grande interesse da província e crescia ainda muito lentamente: depois de oito anos criada a vila, possuía pouco mais de cem casas com apenas três mil habitantes. O território ocupado por Campina Grande era bastante abrangente: compreendia o Cariri (a não ser por Serra do Teixeira), parte do Agreste, parte do Brejo, abrangendo os povoados de Fagundes, Boqueirão, Cabaceiras, Milagres, Timbaúba do Gurjão, Alagoa Nova, Marinho, e outros, ao todo somando um território de mais de 900 km².

Em 1852 a população da Vila já era de 17 900 pessoas. Mas em 1856, uma epidemia matou cerca de 1550 pessoas do lugar, diminuindo quase 10% de sua população, chegando aos corpos ficarem sem espaço para serem sepultados nas igrejas.

[editar] O município

Em 11 de outubro de 1864, de acordo com a Lei Provincial nº 137, Campina Grande se eleva à categoria do município. Neste momento, a Paraíba tinha dezesseis vilas e mais seis cidades: Parahyba (atual João Pessoa), Mamanguape, Areia, Sousa e Pombal.

O município de Areia, que se tornou município já em 1846, havia se tornado a mais destacada da Paraíba, fora a capital, tanto econômica, social e politicamente. Além disso, Areia tinha grande influência cultural e intelectual. Embora Campina Grande não fosse tão bem edificada quanto Areia, não era menor que ela. Na época, o município de Campina Grande tinha três largos, quatro ruas e cerca de trezentas casas. Possuía, ainda, duas igrejas: a da Matriz (hoje a Catedral) e a Igreja Nossa Senhora do Rosário, que veio a ser destruída mais tarde pelo prefeito Vergniaud Wanderley (hoje existe outra igreja com o mesmo nome). Possuía também uma cadeia e uma Câmara Municipal, entre outras construções.

Apesar de todo o desenvolvimento comercial que a cidade obteve, o aspecto urbano da mesma não mudava praticamente nada. Em alguns anos, apenas os prédios da Cadeia Nova, da Casa de Caridade, do Grêmio de Instrução e o Paço Municipal foram construídos. Porém,se tratando de casas, muitas foram construídas fazendo com que, no fim do século XIX, Campina Grande tivesse cerca de 500 casas.

No ano de 1864 foi construído um prédio onde se faria o mercado. Este lugar teve vários nomes, dentre os quais “Largo do Comércio Novo”, “Praça da Uruguaiana”, “Praça das Gameleiras”, “Praça da Independência” e, por fim, “Praça Epitácio Pessoa”. Em 1870 uma lei (Lei Provincial nº 381) proibia que se fizessem banhos ou lavagem de roupas e de animais no Açude Novo, assim como ficou proibido vaquejadas nas ruas da cidade. Em 1872, conforme o Decreto Imperial do dia 18 de setembro de 1865, faz padrão o sistema métrico decimal francês em Campina Grande.

[editar] Crescimento com o Ouro Branco

Algodão pronto para colheita.

Com o tempo a cidade ia se desenvolvendo, mas somente no início do século XX foi que mudanças econômicas e mudanças nas condições de vida vieram a realmente acontecer significativamente.

O algodão no início do século XX foi para Campina Grande a principal atividade responsável pelo crescimento da cidade, atraindo comerciantes de todas as regiões da Paraíba e de todo o Nordeste. Até a década de 1940, Campina Grande era a segunda maior exportadora de algodão do mundo, atrás somente de Liverpool, na Inglaterra. Por isto, Campina Grande já foi chamada de a “Liverpool brasileira”. Devido ao algodão, nesses anos Campina viu crescer sua população de vinte mil habitantes, em 1907, para cento e trinta mil habitantes, em 1939, o que representa um crescimento de 650% em 32 anos. João Pessoa só chegou a possuir uma população equivalente na década de 1950 (conforme gráfico da demografia de João Pessoa).

É importante ressaltar que a cidade nunca produziu algodão, seu sucesso na atividade se deve ao fato de que Campina era a única cidade do interior do Brasil a possuir uma máquina de beneficiamento de algodão, a matéria prima necessária para a produção vinha de cidades produtoras vizinhas.

O beneficiamento do algodão teve um impulso importante com a chegada das linhas ferroviárias para a cidade. Com o uso do trem, houve uma grande mudança na economia local: Campina pôde mais facilmente exportar sua produção de algodão beneficiado (o “Ouro Branco“), assim como outros produtos para os portos mais próximos, principalmente o de Recife.

Avenida Floriano Peixoto entre 1910 e 1920. Pode-se ver o Colégio das Damas, a prefeitura, a Praça da Bandeira e a Praça Clementino Procópio. As águas ao fundo são do antigo Açude Novo.

Até 1931, a Paraíba foi o maior produtor de algodão do Brasil, com produção de 23 milhões de quilos de algodão em caroço. Com a crise do café em São Paulo, este passou a produzir algodão como alternativa. Em 1933, São Paulo já produzia 105 milhões de quilos em comparações com seus 3,9 milhões em 1929. Vários fatores foram responsáveis para a decadência de Campina Grande no ramo do algodão, os principais foram: 1) inexistência de um porto na Paraíba para grandes navios, fazendo com que Campina Grande tivesse que usar o porto de Recife, mais distante, para o transporte do algodão); 2) preço em comparação ao produto de São Paulo; 3) Ingresso de outras empresas estrangeiras no mercado do algodão.

Estação Ferroviária Great Western, inaugurada em 1907. Hoje o prédio sedia o Museu de História e Tecnologia do Algodão.

Se João Pessoa, na época, tivesse um porto pelo menos do tamanho do de Recife, a história poderia ter sido diferente; Campina Grande continuaria por mais alguns anos a possuir o crescimento anormal que estava tendo e hoje seria uma cidade muito maior.

No decorrer do século XX, a capital da Paraíba, João Pessoa, perdeu importância e viu a ascensão de Campina Grande, cidade do interior do estado. A economia pessoense, na primeira metade do século, praticamente se estagnou. Até os anos 1960, era, com um exagero talvez, praticamente uma capital administrativa, pois Campina Grande aproximou-se do posto de João Pessoa de cidade mais importante do estado, já que, nesse período, Campina Grande despontava como importante polo comercial e industrial não só do estado, mas também da Região Nordeste. João Pessoa, naquela época, tinha poucas indústrias e apenas desempenhava funções administrativas e comerciais. A partir dos anos 1960, após grandes investimentos privados e governamentais, tanto do governo estadual quanto do governo federal, João Pessoa ganhou novas indústrias e importância, reafirmando sua posição de cidade principal do estado, em termos econômicos.

[editar] Tech City

Há muito tempo o município apresenta forte participação na área tecnológica. Nos anos 40, Campina Grande era a segunda exportadora de algodão do mundo, sendo o primeiro lugar Liverpool, na Grã-Bretanha. Em 1967, a cidade recebe o primeiro computador de toda a Região Nordeste do Brasil, que ficou no Núcleo de Processamento de Dados da Universidade Federal da Paraíba, Campus II (hoje Universidade Federal de Campina Grande). Hoje, tantos anos depois, Campina Grande é referência em se tratando de desenvolvimento de Software e de indústrias de informática e eletrônica.

A revista americana Newsweek escolheu, na edição de abril de 2001, nove cidades de destaque no mundo que representam um novo modelo de Centro Tecnológico. O Brasil está presente na lista com Campina Grande, que foi a única cidade escolhida da América Latina. Em 2003, mais uma menção foi feita à cidade: desta vez referenciada como o “Vale do Silício brasileiro”, graças, além da high tech, às pesquisas envolvendo o algodão colorido ecologicamente correto. As nove cidades escolhidas pela Newsweek foram: Akron (OhioEUA); Huntsville (AlabamaEUA); Oakland (CalifórniaEUA); Omaha (NebraskaEUA); Tulsa (OklahomaEUA); Campina Grande (ParaíbaBrasil); Barcelona (Espanha); Suzhou (China); Côte d’Azur (França)).

Antigo Núcleo de Processamento de Dados da UFCG. O primeiro computador em universidades do nortenordeste do Brasil (um IBM 1130) foi instalado aqui, em 1967,[11] ocupando o primeiro andar do prédio.

Segundo a revista, o motivo para o sucesso foi a Universidade Federal da Paraíba, Campus II (que em 2002 tornou-se a Universidade Federal de Campina Grande). Desde 1967, quando os acadêmicos conseguiram apoio para comprar o primeiro computador do nordeste, um mainframe IBM de US$ 500 mil, criou-se uma tradição na área de computação que hoje tem reconhecimento em todo o mundo.

Campina Grande possui cerca de setenta e seis empresas produtoras de software, o que representa mais de 500 pessoas de nível superior faturando, ao todo, 25 milhões de reais por ano, o que representa 20% da receita total do município.

Ultimamente, o mais importante vínculo criado na cidade foi com o TecOut Center, em 2004, que fez aliança com a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, que desde 1984, em sua fundação em Campina Grande, deu origem a mais de 80 empresas de tecnologia. O TecOut Center surgiu com o objetivo de aproximar as empresas de tecnologias brasileiras das chinesas, propiciando uma interação tecnológica entre o Brasil e a China, gerando empregos e fortalecendo o desenvolvimento local.

[editar] Dados geográficos

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[editar] Localização

Açude Velho e parte do Centro de Campina Grande

A cidade localiza-se no interior do estado da Paraíba, no agreste paraibano, na parte oriental do Planalto da Borborema, na serra do Boturité/Bacamarte, que estende-se do Piauí até a Bahia. Está a uma altitude média de 555 metros acima do nível do mar. A área do município abrange 599,6 km².

Fazem parte do município de Campina Grande os seguintes distritos: Catolé de Boa Vista, Catolé de Zé Ferreira, São José da Mata, Santa Terezinha e Galante.

Distâncias entre Campina Grande e algumas capitais brasileiras:

[editar] População

Crescimento da população em Campina Grande ao longo dos anos, a partir de 1697. Pontos azuis significam medições reais, a linha reta é apenas uma interpolação.

Campina Grande possui 381 422 habitantes (densidade demográfica de 597,9 hab/km²), segundo estimativas do IBGE em 2008. Em 1991 o Índice de Desenvolvimento Humano era de 0,647, subindo para 0,721 em 2000.

Houve uma época em que Campina Grande teve um crescimento anormal, devido ao cultivo do algodão, no início do século XX até o final da década de 1930. Nesses anos, Campina viu crescer sua população de 20 mil habitantes, em 1907, para 130 000 habitantes, em 1939, o que representa um crescimento de 650% em 32 anos.

[editar] Influência política e econômica

Campina Grande exerce grande influência política e econômica sobre o “Compartimento da Borborema“, que é composto de mais de 60 municípios (1 milhão de habitantes) [carece de fontes] do estado da Paraíba. O Compartimento da Borborema engloba 5 microrregiões conhecidas como Agreste da Borborema, Brejo Paraibano, Cariri, Seridó Paraibano e Curimataú.

[editar] Região Metropolitana

A Região Metropolitana de Campina Grande foi criada pela lei complementar estadual nº 20 de 2009, ela foi aprovada pela assembleia legislativa no dia 17 de novembro de 2009 e sancionada dia 15 de dezembro de 2009 pelo governo do estado.

A Região Metropolitana de Campina Grande compreende os municípios de Campina Grande(cidade sede), Lagoa Seca, Massaranduba, Alagoa Nova, Boqueirão, Queimadas, Esperança, Barra de Santana, Caturité, Boa Vista, Areial, Montadas, Puxinanã, São Sebastião de Lagoa de Roça, Fagundes, Gado Bravo, Aroeiras, Itatuba, Ingá, Riachão do Bacamarte, Serra Redonda, Matinhas e Pocinhos. A população da RMCG está estimada em 695.931 habitantes segundo a estimativa do IBGE em 2010.

[editar] Clima

Gráfico climático para Campina Grande
J F M A M J J A S O N D
 
 
27
 
30
20

 
 
41
 
30
20

 
 
74
 
28
20

 
 
94
 
28
20

 
 
118
 
27
18

 
 
119
 
26
18

 
 
84
 
25
18

 
 
59
 
24
18

 
 
24
 
27
18

 
 
13
 
28
19

 
 
16
 
29
20

 
 
19
 
30
20

Temperaturas em °CPrecipitações em mm

O município está incluído na área geográfica de abrangência do semiárido brasileiro, definida pelo Ministério da Integração Nacional em 2005.[12] Esta delimitação tem como critérios o índice pluviométrico, o índice de aridez e o risco de seca. Apesar disso, por estar acima de 500 metros de altitude acima do nível do mar, possui clima tropical de altitude.

Campina Grande, por situar-se no agreste paraibano, entre o litoral e o sertão, possui um clima menos árido do que o predominante no interior do estado (clima tropical semiárido). Além disso, a altitude de 552 metros acima do nível do mar garante temperaturas mais amenas durante todo o ano. As temperaturas máximas são de 30 °C nos dias mais quentes de verão e 18 °C em dias de inverno. As temperaturas mínimas ficam em torno de 20 °C nos dias mais quentes de verão, ou 13 °C nas noites mais frias do ano. A umidade relativa do ar está entre 75 a 82 %. O período chuvoso começa em maio e termina em agosto.

[editar] Hidrografia

Apesar de Campina Grande não possuir rios de proporção significativa, possui atualmente três açudes: o Açude Velho , o Açude de Bodocongó e oAçude Novo. Destes, o maior e mais importante é o Açude Velho, que tem área de mais de 250 m² e é um dos cartões-postais da cidade. Antigamente existia um outro açude, o Açude Novo, mas sobre este foi construído um parque público. O Açude Novo hoje representa outro importante cartão-postal de Campina Grande.

Outra característica hidrográfica Campina Grande separa, como área dispersora de águas fluviais, os afluentes do Rio Paraíba (nas direções sul e sudeste) dos afluentes do rio Mamanguape (direções norte e nordeste).

[editar] Vegetação

A flora é bastante diversificada, apresentando formações de palmáceas, cactáceas em geral, legumináceas e bromeliáceas, além de rarefeitas associações de marmeleiros, juazeiros, umbuzeiros, algarobos, etc.

Campina Grande encontra-se próxima das fronteiras de várias microrregiões de climas e vegetações distintas. Ao nordeste do município, a vegetação é mais verde e arborizada, como no Brejo Paraibano. Ao sudeste, encontra-se uma paisagem típica do agreste, com árvores e pastagens. A caatinga, vegetação rasteira, é a predominante no oeste e sul do município, típicos do clima e vegetação do Cariri.

Arborização
Ver artigo principal: Arborização de Campina Grande

As quinze plantas ou árvores mais utilizadas na arborização campinense são (da mais frequente à menos frequente): Cássia-amarela, Algaroba, Sombreiro, Castanhola, Mata-fome, Cacau-bravo, Ipê-amarelo, Flamboyant, Oitizeiro, Figo-benjamina, Oliveira, Palmeira-imperial, Aroeira-da-praia, Espatódea e Cássia-brasil.

[editar] Economia

Fábrica da Caranguejo

Ver artigo principal: Economia de Campina Grande

De acordo com estimativa do IBGE do ano de 2004, o PIB de Campina Grande foi de 2,442 bilhões de reais (0,16% do PIB nacional). Logo, houve um crescimento de 27,8 % entre os PIB dos anos de 2002 (1,6 bi) e 2004. Em 2004, Campina Grande se mostrou uma das cinco cidades com maior PIB do interior do Nordeste, que foram: Feira de SantanaBA (4,721 bi), Campina Grande – PB (3,098 bi), IlhéusBA (1,706 bi), ArapiracaAL e PetrolinaPE (1,932).[13] Neste ano, o setor industrial apresentou um bom desempenho, principalmente em vestuário e calçados.

As principais atividades econômicas do município de Campina Grande são: extração mineral; culturas agrícolas; pecuária; indústrias de transformação, de beneficiamento e de desenvolvimento de software; comércio varejista, atacadista e serviços. O município é grande produtor de software para exportação.

A posição privilegiada de Campina Grande contribui para que seja um centro distribuidor e receptor de matéria-prima e mão-de-obra de vários estados. Campina Grande tem grande proximidade com três capitais brasileiras: Natal, João Pessoa e Recife. Além disso, dentro do próprio estado, situa-se no cruzamento entre a BR-230 e a BR-104.

[editar] Setores

Em 2003, Campina Grande possuía aproximadamente 1229 fábricas (atividade industrial), 200 casas de comércio atacadista e 3200 unidades de comércio varejista. No setor de prestação de serviços, Campina Grande é um importante centro econômico, especialmente para as dezenas de cidades que fazem parte do Compartimento da Borborema. Na agricultura, destaca-se o algodão herbáceo, feijão, mandioca, milho, sisal, além de outros produtos de natureza hortifrutigranjeira que representam 6000 toneladas mensalmente comercializadas. A pecuária atua em função da bacia leiteira. Já em 1934, era inaugurada a primeira usina de pasteurização do município.

A área de informática movimenta anualmente cerca de 30 milhões de dólares (o que ainda é bem pouco perto do grande potencial dos softwares), com cerca de 50 empresas de pequenas, médio e grande porte.

[editar] Administração

Mapa dos bairros de Campina Grande

Campina Grande possui o segundo maior colégio eleitoral da Paraíba com 266 516 eleitores distribuídos em 598 secções e quatro zonas eleitorais. O primeiro Colégio Eleitoral de Campina Grande foi criado em 1878, e possuía apenas 34 eleitores.

[editar] Prefeitos

Até 1895, as funções executivas de Campina Grande eram exercidas pelo Conselho Municipal. Em 2 de março de 1895, o cargo de Prefeito Municipal foi criado, pela Lei Estadual nº 27, sendo o primeiro prefeito de Campina foi o major Francisco Camilo de Araújo e o primeiro vice-prefeito Silvino Rodrigues de Sousa Campos.

Somente em 1947 o povo passou a escolher os prefeitos da cidade diretamente, através das eleições. O prefeito atual de Campina Grande, em seu segundo mandato consecutivo, é Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto.

[editar] Bairros

Em Campina Grande existem oficialmente 52 bairros.

[editar] Turismo e lazer

Wikitravel newlogo.png Guia de viagens sobre Campina Grande no Wikitravel.

Herdeira da cultura nordestina, Campina Grande luta por manter vivo o rico patrimônio representado pelas manifestações culturais e populares dessa região. A quadrilha junina, o pastoril, as danças folclóricas, o artesanato, etc., são alguns exemplos de manifestações da cultura popular que ainda encontram lugar na cidade.

Historicamente, Campina Grande teve, e continua tendo, papel destacado como polo disseminador da arte dos mais destacados artistas arraigados na cultura popular nordestina, a exemplo dos “cantadores de viola“, “emboladores de coco”, poetas populares em geral. Especialmente na música, é inegável a importância desta cidade na divulgação de artistas do quilate de Luiz Gonzaga, Rosil Cavalcante, Jackson do Pandeiro, Zé Calixto, dentre muitos, e até pelo surgimento de outros tantos como Marinês, Elba Ramalho, etc

Eventos como “O Maior São João do Mundo“, Festival de Violeiros, “Canta Nordeste”, as vaquejadas que se realizam na cidade, além de programações específicas das emissoras de rádio campinenses, contribuem fortemente para a preservação da cultura regional.

[editar] Áreas verdes

Açude de Bodocongó (MAPA)

O Açude de Bodocongó é um açude de água salgada originalmente criado por conta da escassez de água na região, uma vez que o Açude Novo e o Açude Velho já não estavam suprindo as necessidades da população. Além do mais, o Açude de Bodocongó fica muito distante dos Açudes Novo e Velho, podendo abastecer gente que morava muito longe do centro da cidade.

Mata Florestal (MAPA)

A Mata Florestal do distrito de São José da Mata encontramos um pouco da Mata Atlântica existente no local.

Açude Novo (MAPA)

O Açude Novo ou Parque Evaldo Cruz é um parque em formato circular que fica no Centro da cidade, próximo ao Parque do Povo. Atualmente trata-se de um parque de 46 875 com muitos bancos e árvores, assim como pequenos restaurantes que ficam em volta de uma fonte. Um grande obelisco se encontra no centro do parque. No passado, era um açude de verdade.

Açude Velho (MAPA)

O Açude Velho foi o primeiro açude que Campina Grande teve. Foi construído por causa da seca que o Nordeste enfrentou de 1824 a 1828. Assim, a construção do Açude Velho pelo governo provincial da Paraíba foi iniciada em 1828 e concluída em 1830, sendo, por quase um século, o maior açude de Campina Grande. É onde estão localizados o monumento -símbolo de Campina Grande “Os Pioneiros” e as estátuas de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro.

Louzeiro (MAPA)

O espaço Louzeiro, localizado entre os bairros da Conceição, Jeremias, Rosa Mística, Alto Branco, Jenipapo, Cuités e Palmeiras, é uma área de preservação ambiental. Sua rica diversidade natural faz parte da história do município de Campina Grande e, em consequentemente, a do estado da Paraíba. E, segundo a classificação de caatinga de George Eitel, o bioma do Louzeiro se enquadra no tipo Caatinga Florestal, possuindo árvores de grande porte como Baraúnas, Malungus, Catanduvas entre outras.

Parque das Pedras (MAPA)

Localiza-se entre os municípios de Campina grande e Pocinhos, sua fauna e flora pode ser contemplada por todos que conhecem.

Parque do Povo (MAPA)

O Parque do Povo, onde é realizado O Maior São João do Mundo, possui uma área de 42 mil e 500 metros quadrados situada no centro de Campina Grande. É no Parque do Povo que se situa a “Pirâmide do Parque do Povo“, que é a única área coberta do Parque, em formato de uma pirâmide.

Praça Clementino Procópio (MAPA)

A Praça Clementino Procópio, onde se encontra um monumento feito em homenagem a Teodósio de Oliveira Lêdo, bem como coretos e diversas estátuas, é popularmente também conhecida por “Praça dos Hippies”.

Praça da Bandeira (MAPA)

A Praça da Bandeira, ou Praça dos Pombos, é o principal ponto de encontros devido principalmente a sua posição estratégina no coração do centro da cidade.

Outras áreas verdes

Como outras áreas verdes de Campina Grande, existem o Parque da Criança (MAPA), o Parque da Pedras, a Praça do Trabalho, dentre outras.

[editar] Shopping centers

.

Os principais shopping centers da cidade são (organizados em ordem pelo o seu tamanho): Shopping Boulevard Campina Grande (atualmente o maior da cidade, mais que em breve deve tornar-se o 3º maior), Shopping Cirne Center, Shopping Luiza Motta, Shopping Babilônia Center, Shopping Centro Edson Diniz, Shopping Maanaim Center e Shopping Campina Grande.

[editar] Eventos importantes


Evento”Micarande“.

Nome do evento Quando acontece
Encontro da Nova Consciência fevereiro, nos dias de Carnaval
Crescer – O Encontro da Família Católica fevereiro, nos dias de Carnaval
Encontro Para a Consciência Cristã fevereiro, nos dias de Carnaval
Movimento de Integração do Espírita Paraibano fevereiro, nos dias de Carnaval
Carnaval fevereiro
Vaquejada Ivandro Cunha Lima março
CAMPIMOVEIS Feira de Imóveis e Tecnologia março
Micarande Abril
Campina Indoor Festival abril
O Maior São João do Mundo junho
Jamaicampina Julho
Electro Zone Julho
Encontro Brasileiro de raperes e repentistas Julho
Festival Rock Campina Julho
Festival de Inverno de Campina Grande agosto
Semana do Folclore e Artesanato agosto
Congresso de Violeiros agosto
Festival de Cinema Comunicurtas agosto
Desfile cívico de 7 de setembro setembro
Eco Games outubro
Encontro de Motociclismo de Campina Grande

Tropeiros do Asfalto – MC

outubro
Parada gay outubro
Encontro Nipon outubro
Vaquejada Maria da Luz outubro
Exposições de Animais outubro
Fettec – Feira Tecnológica de Campina Grande novembro
Noite do Rock em Campina Grande Dezembro
Paixão de Cristo Dezembro
Natal dos Sonhos Dezembro

[editar] Cultura

[editar] Teatros

História

A história do teatro em Campina Grande tem início em 1925, quando foi fundado o “Cine Teatro Apolo“, o que acarretou no surgimento do primeiro grupo teatral campinense, “O Corpo Cênico do Grêmio Renascença”.

A década de 1940 não ofereceu novidades para as artes cênicas em Campina. Na década de 1950, foi implantado o “Rádio-Teatro Borborema”, por Fernando Silveira. Ainda nos anos 1950, o pernambucano Raul Prhyston criou o grupo teatral “Os Comediantes”, com principais peças sendo “A Mulher que Veio de Londres” e “A Vida tem três Andares”. Atualmente existe um teatro com o nome deste pernambucano, o Teatro Raul Prhyston.

Em 1962, o Teatro Municipal Severino Cabral foi fundado, de grandes dimensões para a época, impulsionando o teatro campinense.

O Festival de Inverno de Campina Grande surgiu em 1975, divulgando e apresentando muitas peças e shows teatrais.

Na década de 1980, a crise econômica brasileira, que afetou o teatro, e a decadência física do Teatro Municipal Severino Cabral, reduziram o número de grupo teatrais, sendo esta época de poucos acontecimentos no campo das artes cênicas, a não ser pelo Festival de Inverno.

Os principais teatros de Campina Grande são: Teatro Municipal Severino Cabral (MAPA), Teatro Paulo Pontes (anexo do Municipal) (MAPA), Teatro Raul Prhyston, Teatro Rosil Cavalcanti (MAPA), Teatro Elba Ramalho, Teatro do Hotel Garden e Teatro do Espaço Clutural SESC Centro.

[editar] Museus

Campina Grande possui doze museus, onde guardam-se partes importantes de acervos culturais da Campina Grande, Estado e do Brasil. São eles:

Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande

(MAPA)

O acervo do Museu Histórico e Geográfico de Campina Grande dedica-se ao desenvolvimento histórico, social e cultural de Campina Grande. Possui Fotografias, artigos, mapas, móveis, armas, veículos, joias, bonecos e ferramentas organizados de forma a contar a história da cidade.

Museu de História Natural

(MAPA)

Museu de Artes Assis Chateaubriand (MAPA)

O Museu de Artes Assis Chateaubriand é composto atualmente de 474 obras de arte. Nestas obras podem ser encontradas várias técnicas e procedimentos de artes, incluindo desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, colagens e outros métodos. Apresenta a arte em diversos momentos do cenário brasileiro. A Coleção Assis Chateaubriand, com 120 obras, pode ser vista em parte no Prédio Histórico da Reitoria, na UEPB

Museu Luiz Gonzaga

O Museu de Luiz Gonzaga é um museu dedicado ao compositor popular Luiz Gonzaga. O acervo é composto de fotos, discos, jornais, gravações sobre o Rei do Baião Luiz Gonzaga

Museu de História e Tecnologia do Algodão

(MAPA)

Museu Geológico da UFCG

(MAPA)

Museu do Semiárido Nordestino da UFCG

(MAPA)

Museu do Maior São João do Mundohttp://knol.google.com/k/encontro-da-nova-consci%C3%AAncia/o-maior-s%C3%A3o-jo%C3%A3o-do-mundo/li7q13z9r3du/75

(MAPA)

Museu de Esporte Plínio Lemos

(MAPA)

[editar] Cinema

História

O Cinema chegou em Campina Grande 14 anos de os irmãos Lumière inventarem o cinematógrafo. Isso aconteceu com a inauguração do Cine Brazil, em 1909 no antigo prédio da instrução no bairro das Boninas. Em 1910, surgiu o Cine Popular do Sr.José Gomes. O cinema popular era frequentado por pessoas de baixa renda. A experimentação cinematográfica campinense não funcionou a muito contento. Em sua primeira fase veio os Cine Apollo de 1912 e Cine Fox de 1918. Mas a era de outro do cinema campinense deu-se com na transformação do cinema mudo para o falado. Foi o Olavo Wanderley que em 20 de novembro de 1934 inaugura a maior sala de exibição cinematográfica campinense, Capitólio, com capacidade para 1.000 lugares na Praça Clementino Procópio. Com o fechamento do Cine Apollo e cine fox, surge em 1936 o Cine Para todos. Mas foi no dia 7 de julho de 1939, com a exibição do filme Prmavera, surge o Cinema Babilônia, uma luxuosa casa de exibição para encontro com a sociedade. O Babilônia possuía 898 lugares e concorria diretamente com o Capitólio. Com o fim da II guerra Mundial, Campina grande ganhou importantes salas de exibição cinematográfica: Cine São José, Cine Avenida e Cine arte. Atualmente a cidade de Campina grande conta com salas de exibições no Shopping Boulevard, no Ginácio AABB e Espaço Cultural do SESC/Centro. Os cinemas Capitólia e São José são tombados pelo IFHAEP.

[editar] Centros culturais

No Centro Cultural Lourdes Ramalho, a prefeitura de Campina Grande oferece diversos cursos (várias áreas, como dança, artes marciais, música, idiomas, etc.) em todos os turnos e horários, por mensalidades ou anualidades acessíveis à população em geral. Também existem outros centros ou espaços culturais: Espaço Cultural do SESC Centro, Espaço Cultural Casa Severino Cabral e o Centro de Cultura Hare Krisna.

[editar] Academia de letras

A cidade tem sua academia de letras, denominada Academia Campinense de Letras, entidade literária máxima em Campina Grande.

[editar] Bibliotecas

Biblioteca Municipal Felix Araújo.

[editar] Esporte

[editar] Futebol

Ginásio “O Meninão”

Há cinco clubes profissionais de futebol em Campina Grande, dentre os quais estão dois dos três times com mais títulos no Campeonato Paraibano de Futebol: Treze e Campinense. O clássico Treze vs. Campinense, conhecido como “Clássico dos Maiorais“, faz lotar o Estádio “O Amigão”. Vale destacar que a Paraíba é o único estado brasileiro em que as maiores forças do seu futebol encontram-se no interior.

Equipes locais
  • Campinense Clube – tem como cores o vermelho e o preto. É conhecido como “A Raposa”. Tem estádio próprio, Estádio Renato Cunha Lima, também conhecido como “O Renatão”. O Campinense tem 17 títulos estaduais, sendo que de 1960 a 1965 conseguiu o único Hexacampeonato estadual, feito este nunca alcançado por seus adversários.
  • Treze Futebol Clube – tem como cores o preto e o branco é o atual Campeão Paraíbano. Apelidado por seus torcedores de “Galo”, também é conhecido como “O Galo da Borborema”. Dono do único estádio particular capaz de receber jogos oficiais no estado, Estádio Presidente Vargas, o Treze é conhecido por ter a maior torcida da Paraíba e do interior do Nordeste (segundo diversos institutos de pesquisa). Em 2005 o time chegou ao quinto lugar na Copa do Brasil. O Treze possui 15 títulos estaduais e é o maior time de futebol do estado da Paraíba segundo o ranking da CBF.
  • Associação Desportiva Perilima
  • Associação Atlética Leonel
  • Grêmio Serrano
Rivalidade

Campinense e Treze já se enfrentaram 371 vezes. Mais de 50 anos de jogos de pura emoção. O “Galo da Borborema” superou a “Raposa” em 127 oportunidades. Os dois times empataram outras 145 vezes e a “Raposa” bateu o “Galo” 99 vezes. No total o Treze fez 457 gols e o Campinense outros 419 gols. A última partida foi em 25 de abril de 2010 pelo Campeonato Paraibano e o jogo terminou com vitória do Treze por 4×0.

[editar] Estádios

[editar] Ginásios

Campina Grande conta com alguns ginásios: Complexo Esportivo Plínio Lemos, Ginásio BNB, Ginásio da AABB, Ginásio do Campestre, Ginásio do Trabalhador, Ginásio “O Meninão”, dentre outros.

[editar] Transporte

[editar] Rodoviário

Vista Panorâmica do Açude Velho.
Vista Panorâmica do Açude Velho.

A cidade de Campina Grande possui um importante sistema rodoviário que possibilita sua interligação com as capitais, principais centros do Nordeste e demais cidades do estado e da Região. Normalmente, Campina Grande faz parte da maioria das rotas entre o interior (parte do Sertão e Agreste) e o litoral. Suas rodovias, totalmente asfaltadas, são composta pelas rodovias federais BR-104, BR-230, BR-412 e conexões BR-230/104 e Alça Sudoeste, além de outras rodovias estaduais.

[editar] Transporte interurbano

Campina Grande dispõe de um moderno Terminal Rodoviário de Passageiros – o Terminal Rodoviário “Argemiro de Figueiredo” – que estabelece interligação com os mais importantes centros e capitais da região e de todo o país, registrando um grande fluxo diário de passageiros.

Para dar suporte a ônibus que fazem linhas intermunicipais de curta distância, a cidade dispõe ainda do Terminal Rodoviário “Cristiano Lauritzen“, popularmente conhecido como Rodoviária velha.

[editar] Transporte urbano

O sistema de transportes urbanos da cidade é gerenciado pela Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos – STTP, autarquia municipal de direito público, com autonomia administrativa e financeira. Entre outras atribuições, cabe à STTP planejar, coordenar e executar o sistema viário de Campina Grande, além de controlar o sistema de transporte coletivo, moto-táxis e de táxi, no âmbito municipal.

No tocante ao atendimento, cerca de 95% da área do Município é servida pelo sistema de transporte coletivo, com uma frota de mais de 190 ônibus urbanos, em 19 linhas, agrupadas em quatro grandes grupos: Circulares, Transversais, Radiais, e Distritais.

Em 2007, deu-se início à construção do primeiro terminal do sistema integrado de ônibus, no Parque Evaldo Cruz (Açude Novo). Foi também instalado o sistema de bilhetagem eletrônica em outubro de 2007. Em 2008, foi inaugurado o primeiro Terminal de Integração de Campina Grande, localizado no largo do Açude Novo. O sistema integra cerca de 90% das linhas de transporte coletivo nos sentidos centro-bairro e bairro-centro.

Além dos transportes coletivos, a cidade tem a disposição cerca de 586 táxis e 727 mototaxistas cadastrados.

[editar] Ferroviário

O Município é atendido pelo sistema de transporte ferroviário sob administração da Rede Ferroviária Federal (REFESA), que faz a interligação com várias cidades do estado, do litoral à zona sertaneja (inclusive sua capital, João Pessoa), com o porto de Cabedelo, além de outras capitais do Nordeste, em uma linha que percorre desde Propriá, em Sergipe, até São Luís, Maranhão.

Este tipo de transporte disponível é um grande reforço de infra-estrutura, permitindo o escoamento de parte importante da produção do estado para outros centros de consumo e o barateamento dos custos de transporte.

[editar] Aeroviário

O sistema de transporte aeroviário de Campina Grande dispõe do Aeroporto Presidente João Suassuna – com pista de 2000 m de extensão por 45 m de largura – que possui todo o serviço de infra-estrutura para o apoio e a segurança das aeronaves. Operando com tráfegos regular e não regular, conta com voos diários, interligando cidade aos mais diversos centros e capitais do país.

A cidade dispõe também do Aeroclube de Campina Grande, localizado no distrito de São José da Mata, que opera com aviões de pequeno porte, nas atividades comercial e de lazer.

Acidentes Aéreos

Em Campina Grande já ocorreram dois acidentes aéreos. O primeiro 7 de outubro de 1948, onde um avião de pequeno porte, modelo Douglas DC-3, registro PP-LPB, da companhia Linhas Aéreas Paulista, caiu sobre um residência na rua Ireneu Joffliy. Felizmente não houve vítimas fatais. O segundo acidente ocorreu em 5 de setembro de 1958, onde um avião comercial após sobrevoar a cidade e não conseguir pousar veio a cair no bairro do Serrotão. Nesse acidente faleceram 13 pessoas. A aeronave de modelo Curtiss C-46, registro PP-LDX da companhia Lóide Aéreo Nacional.

[editar] Educação

História

Foi em 1822 que foi fundada a primeira escola em Campina Grande, numa época que a lei exigia o ensino da leitura, das quatro operações matemáticas básicas, noções de geometria prática, gramática do português e a religião católica. O primeiro professor da rede pública de Campina Grande foi Antonio José Gomes Barbosa.

Até o ano de 1849, só podiam participar das escolas públicas em Campina Grande pessoas do sexo masculino. As primeiras escolas para mulheres foram criadas em 1857.

O primeiro grupo escolar da cidade foi o “Solon de Lucena”, que existe até hoje. O prof. Clementino Procópio fundou a primeira escola privada em Campina Grande, a escola “São José”. Depois disso, outras escolas particulares, como o colégio Pio XI, colégio Alfredo Dantas e, em 1931, o colégio Imaculada Conceição (DAMAS), todos existentes até hoje.

Em 1954, foi fundado o Colégio Estadual da Prata, também conhecido como “O Gigantão da Prata”.

Atualmente

Campina Grande dispõe de uma ampla rede escolar e universitária que se destaca não só pela quantidade dos estabelecimentos públicos e privados existentes, mas pela extensão, desde o ensino fundamental até a pós-graduação, abrangendo várias áreas do conhecimento humano.

[editar] Ensino fundamental e médio

Campina Grande possui o maior colégio estadual de ensino médio da região como também o segundo maior colégio do estado da Paraíba, o Colégio Estadual da Prata (Colégio Estadual Dr. Elpídio de Almeida) , fundado em 1954, com capacidade de mais de 3500 alunos, que beneficia não somente estudantes campinenses, mas de diversas cidades. Campina também possui colégios particulares de grande renome no estado da Paraíba, e em todo Nordeste, dos quais podemos citar: o Colégio Motiva, o Complexo Educacional Regina Coeli – CERC, e o Colégio Imaculada Conceição – DAMAS.

[editar] Escolas técnicas

Portão de entrada da Escola Técnica Redentorista.

Existem instituições de ensino profissionalizante em nível médio, tanto públicas quanto privadas, capacitando ou treinando mão-de-obra especializada em atendimento às demandas dos diversos setores econômicos. Instituições como SESI e SENAI oferecem curso técnico em Eletroeletrônica e profissionalizante . Na parte técnica, uma escola bastante tradicional é a Escola Técnica Redentorista com cursos nas áreas de Segurança do Trabalho,Informática,Eletrônica e Telecomunicações. O IFPB – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba oferece cursos técnicos nas áreas de Informática,Mineração e Petróleo e Gás.

Em 2003, de acordo com o IBGE, existiam 80.427 alunos matriculados para o ensino fundamental para 3688 professores e 19 764 alunos de ensino médio para 1108 professores.

[editar] Universidades públicas

Possui duas universidades públicas e um instituto federal:

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba – IFPB – Campus Campina Grande

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba é uma instituição de ensino superior e técnico, pública e federal, que possui uma unidade descentralizada em Campina Grande. A instituição conta com os cursos superiores de Tecnólogo em Telemática,Tecnólogo em Construção de Edifícios e Licenciatura em Matemática, além dos cursos técnicos em Mineração, Manutenção e Suporte em Informática, Petróleo e Gás e Informática. O início das atividades do IFPB em Campina Grande ocorreu no final de 2006, suas turmas pioneiras iniciaram suas atividades no início de 2007. O campus do IFPB – Campina Grande, está localizado no bairro Dinamérica nas proximidades do ginásio de esportes “O Meninão”.

Universidade Federal de Campina Grande

A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) é uma instituição de ensino superior, pública e federal, fundada 2002 como um desmembramento da UFPB. É considerada um dos pólos de desenvolvimento científico e tecnológico do Nordeste, onde realizam-se diversos cursos de pós-graduação, nos níveis de especialização de mestrado e doutorado. A UFCG possui sete campi, localizados nas cidades de Campina Grande, Pombal, Patos, Sousa, Cajazeiras, Cuité e Sumé no interior do estado.

Universidade Estadual da Paraíba

A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) possui sede em Campina Grande com outros campos em Lagoa Seca, Guarabira e Catolé do Rocha. Em 2006 foram inaugurados campi da universidade estadual em Monteiro, Patos e João Pessoa.

Foi fundada em 11 de outubro de 1987 pelo então Governador da Paraíba, Tarcísio de Miranda Buriti, deixou de ser chamada de Universidade Regional do Nordeste para se transformar em Universidade Pública Estadual, reconhecida pelo Conselho Federal de Educação em 1996.

A UEPB hoje conta com cerca de 30 cursos de graduação com mais de 10 mil alunos.

[editar] Universidades particulares

Outras escolas de ensino superior, particulares, são:

[editar] Saúde

Campina Grande conta com dezenove hospitais, 93 unidades básicas de saúde, três centros de referência de saúde, além do Serviço Municipal de Saúde.

[editar] Hospitais

Existem em Campina Grande dezenove hospitais, distribuídos entre públicos – federal, municipais e filantrópicos – e privados. Juntos, estes hospitais oferecem um total de 3466 leitos hospitalares. Em média, existem aproximadamente 182 leitos por unidade hospitalar.

Praticamente, isto significa que há um leito para 104 habitantes. Os hospitais de maior porte são o público federal, com 239 leitos, o particular, que é o Hospital Clipsi, os dois hospitais públicos filantrópicos, com uma média de 224 leitos por unidade.

Atualmente o governo estadual recém finalizou a construção do Hospital de Emergência e Traumas de Campina Grande, o maior da Paraíba. Que atende, além da própria cidade, mais de 140 municípios da Paraíba, do Rio Grande do Norte, de Pernambuco e até do Ceará.

[editar] Lista dos Hospitais

[editar] Índices

A Mortalidade infantil em Campina Grande é de 55,6 por mil (Ministério da Saúde/1998) e a Esperança de vida ao nascer de 70,5 anos (IBGE, Censo 2000).

[editar] Comunicação

[editar] TV

[editar] Rádio

[editar] FM

[editar] AM

[editar] Revista

  • Charme
  • Forró
  • Cidades
  • Construção e Cia.
  • Moda PB
  • Farol Digital
  • Conviver
  • Campina Imovéis
  • Revista ESPAÇO
  • Revista Hoje
  • Revista Lis
  • Revista Paladar e Cia.
  • Homens
  • Revista Fome de Quê?
  • Eventos – Com edições especiais

[editar] Jornais

  • Jornal da Paraíba (TV Paraíba e TV Cabo Branco)
  • Correio da Paraíba (TV Correio)
  • Já Paraíba (TV Correio)
  • Diário da Borborema (TV Borborema)
  • A Palavra
  • Informativo
  • Folha do Cariri
  • 40 Graus

[editar] Referências

[editar] Notas

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Ministério de Minas e Energia (outubro de 2005). DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE. CPRM. Página visitada em 7 de maio de 2011.
  3. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  4. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  5. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2009.
  6. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  7. [1]
  8. http://www.lightinfocon.com.br/port/news/2001/2704.asp
  9. http://portal.pmcg.pb.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=952&Itemid=146
  10. http://www.mongabay.com/cities_urban_01.htm
  11. História do Curso de Ciência da Computação na Universidade Federal de Campina Grande. Acessado em junho de 2009
  12. Ministério da Integração Nacional, 2005. Nova delimitação do semiárido brasileiro.
  13. IBGE – Produto Interno Bruto dos Municípios 2004

[editar] Bibliografia

  • ALMEIDA, Antônio Pereira de. Os Oliveira Ledo … De Teodósio de Oliveira Lêdo – fundador de Campina Grande – a Agassiz Almeida – Constituinte de 1988 Brasília: CEGRAF, 1989)
  • ALMEIDA, Elpídio. História de Campina Grande. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 1978.
  • BURITI, Iranilson. OLIVEIRA, Catarina. História da Paraíba. Curitiba: Base, 2009.
  • CÂMARA, Epaminondas. Datas Campinenses. Campina Grande: RG Editora e Gráfica, 1998.
  • CÂMARA, Epaminondas. Os Alicerces de Campina Grande. Esboço Histórico-Social do Povoado e da Vila (1697 a 1864). Campina Grande: Edições Caravela, 1999.
  • CARMONA, Marcos. A reintrodução da cultura do algodão no semi-árido do Brasil através do fortalecimento da agricultura familiar: um resultado prático da atuaçaõ do COEP. Cadernos de Oficina Social, vol. 13, p. 24-25. Rio de Janeiro: Oficina Social, Centro de Tecnologia, Trabalho e Cidadania, 2005. ISSN 1518-4545 ; 13.
  • DANTAS, Ivan Coelho, SOUZA, Cinthia Maria Carlos. Arborização urbana na cidade de Campina Grande – PB: Inventário e suas espécies. Revista de Biologia e Ciência da Terra, Vol. 4, No. 2, 2004. ISSN 1519-5228.
  • OCTÁVIO, José. História da Paraíba – Lutas e Resistência. João Pessoa: Editora Universitária/UFPB, 2000.
  • SOBRINHO, João Alves. História de Campina Grande em versos. Campina Grande: Academia Brasileira de Literatura de Cordel, 2004.

[editar] Ver também

Brasaocampinagrande.jpg A Wikipédia possui o Portal de Campina Grande. Artigos sobre história, cultura, personalidades e geografia.

[editar] Ligações externas

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[Expandir] Campina Grande

  1. Forró de plástico
  2. Forró
  3. O Forró e o Plástico
  4. Um papo sobre forrós de plástico, cultura e pseudo-intelectuais
  5. Forró de Plástico. Lixo Made in Nordeste
  6. João Gonçalves
  7. Biliu de Campina
  8. Marinês
  9. The Beatles
  10. Luiz Gonzaga
  11. O Maior São João do Mundo
  12. Jabá
  13. 100 Maiores Músicas Brasileiras
  14. Direitos humanos
  15. Declaração Universal dos Direitos Humanos
  16. John Lennon
  17. Cultura de paz
  18. Aung San Suu Kyi
  19. Chico Xavier
  20. Harvey Milk
  21. Mahatma Gandhi
  22. Zilda Arns
  23. Madre Teresa de Calcutá
  24. Chico Mendes
  25. Nelson Mandela
  26. Margarida Maria Alves
  27. Dorothy Stang
  28. Dalai Lama
  29. The U.S. vs. John Lennon
  30. Paz
  31. Nobel da Paz
  32. A música dos valores perdidos – “TEM RAPARIGA AÍ?”
  33. Portal: Campina Grande
  34. Campina Grande
  35. O Maior São João do Mundo
  36. Carnaval
  37. 20° Encontro da Nova Consciência – PROGRAMAÇÃO COMPLETA 2011
  38. Saravá, Dom Pelé! – 19° Encontro da Nova Consciência
  39. Sala de imprensa – 20° Encontro da Nova Consciência (2011)
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  41. Festival de Inverno de Campina Grande
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  43. Encontro da Nova Consciência – Exemplo Maior de Amor, Tolerância, Fraternidade, Sabedoria e Democracia
  44. Museu de Luiz Gonzaga
  45. Teatro Municipal Severino Cabral
  46. A Nova Era e a Nova Ordem Mundial – no Fantástico!
  47. Encontro Para a Nova Consciência – Exemplo Maior de Amor, Tolerância, Fraternidade, Sabedoria e Democracia
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  49. O Encontro da Consciência Cristã é mesmo exemplo de uma Consciência Cristã?
  50. Evangélicos em Crise: Escândalos na igreja institucional
  51. Estado laico – por Leonardo Boff
  52. Mentes Brilhantes em busca da Nova Consciência
  53. Qual é a idéia mais perigosa na religião?
  54. “Cuidado com os burros motivados” – Roberto Shinyashiki
  55. Pela Paz no Tibet
  56. O Evangelho Segundo São Dawkins
  57. PARE DE USAR SACOS PLÁSTICOS! Salve a Natureza!
  58. A Ciência e a Fé
  59. Cartografia da saudade
  60. Ciência, fé e credulidade excessiva
  61. Nehemias Marien – Carta de Eglé Marien (vídeo)
  62. O semeador de Idéias – Fritjof Capra
  63. CAMPINA GRANDE NÃO PODE SER UMA NOVA SALEM
  64. ESCOLHENDO O FUTURO (Edmundo Gaudêncio)
  65. Encontro para a Nova Consciência: A Grande Celebração Brasileira da Diversidade!
  66. A verdadeira jihad – E o XV Encontro da Nova Consciência
  67. O que é holístico?
  68. O Cristianismo e a Nova Consciência
  69. CONTATOS e COMO ACHAR O EVENTO
  70. PATROCINE o Encontro da Nova Consciência
  71. Canal de Vídeos – Encontro da Nova Consciência
  72. NOVA CONSCIÊNCIA – CURSOS, VIVÊNCIAS e OFICINAS (2011)
  73. O que é o Encontro da Nova Consciência?
  74. ABUSOS de alguns líderes EVANGÉLICOS – Revista Época
  75. A Lua, O Papa, O Diabo e uma Nova Consciência
  76. Ser Gay é UM DIREITO e não uma opção! – Seja a favor do PLC 122/2006
  77. Lavagem Cerebral – Saiba como funciona e mantenha-se à salvo
  78. Criacionismo X Charles Darwin (Evolução) – Crer é igual a ver?
  79. “EU SOU O CAMINHO, A VERDADE, A VIDA” – Uma análise das representações sociais que os evangélicos fazem sobre os adeptos da Nova Era.
  80. Freedom From Religion Foundation – pela separação entre a Igreja e o Estado
  81. Anticalvinismo brasileiro: A expansão negativa da Teologia da Prosperidade
  82. O Conflito da Paz: A disputa de Saberes e Poderes no Encontro da Nova Consciencia
  83. DEMONIZAÇÃO E INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
  84. Manifesto de uma nova consciência (Blog Consciência Eferverscente)
  85. Severn Suzuki – Eco 92. O discurso que calou o mundo (vídeo)
  86. Dois pensamentos que não creem na existência de Deus
  87. Processos de Reciclagem de plásticos – Reciclar é viver!
  88. John Lennon e a Cultura de Paz
  89. Quanto custa salvar a natureza ? (Revista Planeta)
  90. Fundamentalismo Cristão
  91. Breve diálogo entre o teólogo brasileiro Leonardo Boff e Dalai Lama
  92. O Cristianismo e a Nova Consciência – Marcelo Barros
  93. As Falácias da Reversão Sexual – HOMOFOBIA
  94. A Biblioteca de Alexandria – Carl Sagan
  95. A EDUCAÇÃO HOLÍSTICA PARA A PAZ – Pierre Weil
  96. Serenões: Consciências Superevoluídas
  97. Revista Almanaque Brasil valoriza o Encontro da Nova Consciência
  98. Homofobia – Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; abominação é. (Levítico 18.22)
  99. Nova Iorque recordou John Lennon juntando centenas de pessoas no Central Park
  100. Polêmica – “Não acreditar em Deus é um atalho para a felicidade”
  101. A Terra em Miniatura (The Miniature Earth)
  102. Frei Beto: A Bíblia e os gays – Líder católico defende PLC 122
  103. Professora Amanda Gurgel silencia secretária da Educação e deputados
  104. Brasil sobe nove posições e ultrapassa EUA em ranking global da paz
  105. Pelo fim dos preconceitos no Brasil – Carlos Ayres Britto
  106. Mentes Brilhantes em busca da Nova Consciência
  107. A importância do Estado Laico na garantia dos direitos fundamentais de minorias
  108. Encontro para a Nova Consciência: A Grande Celebração Brasileira da Diversidade!
  109. Lista dos Ilustres Palestrantes da Paz – Nova Consciência
  110. A verdadeira jihad – E o XV Encontro da Nova Consciência
  111. Salve o bloco da nova conciência – Fogo Intolerante
  112. ENTREVISTA COM NEHEMIAS MARIEN: O PASTOR QUE ACEITA O ESPIRITISMO
  113. Encontro da Nova Consciência