Cartografia da saudade

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Edmundo de Oliveira Gaudêncio (*)

 

            Vivo, vivemos uma situação de luto que nos atinge de diversas formas. Vivemos um luto social pela brutalidade da morte de João Hélio Fernandes Vieites; vivemos um luto coletivo pela morte do pastor Nehemias Marien, vivo um luto individual a que essas duas mortes me remetem, luto esse que me faz descobrirem cada perda mais recente, dezenas de perdas anteriores. Na morte de João Hélio, todos os outros injustiçados que entre nós já foram mortos. Na morte do pastor Nehemias, a morte de Augusto César Vannucci, Dom José Maria Pires, Dom Luiz Gonzaga, Palmeira Guimarães, todos esses que, tendo estado entre nós, entre nós ainda estão, sob a forma de saudade.

E como forma de compreendê-la, tornando-a menos dolorosa, falo exatamente sobre isto, falo de saudade.

Assim, menos como epígrafe e mais como texto-gerativo, tomo da fala de Chico Buarque:

 

“Oh, pedaço de mim,

Oh, metade afastada de mim,

Leva o teu olhar

Que a saudade é o pior tormento,

É pior que o esquecimento,

É pior do que se entrevar.

Oh, pedaço de mim,

Oh, metade exilada de mim,

Leva os teus sinais

Que a saudade dói como um barco

Que aos poucos descreve um arco

E evita atracar no cais.

Oh, pedaço de mim,

Oh, metade arrancada de mim,

Leva o vulto teu

Que a saudade é o revés de um parto,

A saudade é arrumar o quarto

Do filho que já morreu.

Oh, pedaço de mim,

Oh, metade amputada de mim,

Leva o que há de ti,

Que a saudade dói latejada,

É assim como uma fisgada

No membro que já perdi.

Oh, pedaço de mim, oh, metade adorada de mim,

Leva os olhos meus

Que a saudade é o pior castigo

E eu não quero levar comigo

A mortalha do amor,

Adeus.”

(Holanda, C.B., apud CARVALHO, 1982,p.40-1)

 

 

Sobre o que fala Chico Buarque? Ele canta a perda, ou melhor, conta de lutos. Fala da luta entre desejo de impossível presença e vontade de futuro impossível e justo por isto restando um presente só-passado. Mas, em meio ao luto, à perda, à falta, como se coloca a saudade, isto que me parece a mais desprezada das emoções nas análises do luto? Trato, então, da saudade. Tratando de despedaçamentos, vou por partes.

Sabemos, desde Freud (1917 [1915]), que o luto é o trabalho anímico das perdas, sepultamento em-si de já-perdidos, missa de réquiem nas entranhas, perante o infortúnio. Luto é sofrimento, diante de Deus ou da idéia de deus, quando se quer ou não se quer, em absoluto, ser si-mesmo, parafraseando Kierkgaard [1813-1855] (1979), em relação ao conceito de pecado.

Sabemos, também, com Kübler-Ross (1975) que, diante de perdas, este, em geral, o trajeto: negação, raiva, barganha, depressão, aceitação. Necessário negar-se o inaceitável; necessário encolerizar-se contra o inaceitável; entre o contingente e o necessário, imprescindível negociar com os deuses o inevitável. Não sendo feita a nossa vontade, assim na terra como no céu, resta-nos, diante de certas perdas, ou o desespero ou a resignação.

Sabemos, ainda, com Bowlby (1985), da angústia, do desespero, da apatia, da desorganização da vida pela perda, até que gradativamente a vida se reorganize em função de sobras. Com ele, passamos a saber dos fatores que, intervindo na perda, aumentam ou diminuem a duração e a intensdidade dos lutos: que luto mais demorado e mais intenso, desde Antígona, que aquele provocado pelo cadáver de pessoa amada que não se pode sepultar?

A esses autores e a essas teorias, uma crítica: Não há o luto, há lutos. Há os diferentes lutos das diferentes culturas; os diferentes lutos das diferentes pessoas; os diferentes lutos, na mesma pessoa, em tempos diferentes. Há o luto individual e o luto coletivo; o luto íntimo e o luto público; o luto na família e o luto das famílias. Há a história do luto nas culturas e a historicidade do luto, para cada sujeito.

A Antropologia nos ensina: mudam os modos do enlutamento em função de tempo e de lugar. Relata Schiff (1977, p. 9, apud MCGOLDRICK, 1998, p. 199):

 

“Conta-se uma história a respeito de um servo chinês que queria uma folga para ir ao funeral de seu primo. Seu relutante patrão inglês perguntou quanto tempo ele achava que levaria para seu primo comer a tigela de arroz que ele planejava deixar ao lado do túmulo. Sua resposta foi: mais ou menos o tempo que sua tia [a tia do patrão], que morreu na semana passada, vai levar para sentir o aroma das flores que você colocou no túmulo dela”.

 

A Sociologia nos revela que a manifestação dos lutos é fato social. É a sociedade que modela os rituais públicos e privados do luto: chorar ou não chorar em público; trajar ou não trajar o preto. E, no que toca especificamente à família, muitos são os lutos, mediados sempre pela economia em que esteja alocada específica família: luto pela perda de genitores, luto pela perda de cônjuges, luto pela perda de filhos. Ali, naquele luto coletivo, sobreposição de lutos, até porque para uma só morte há sempre vários lutos. Bem se vê, não há o luto, há lutos: luto, mais que perda de alguém, é perda das relações com alguém. Luto, ouso dizer, é elaboração de saudades, transformação de saudade insuportável em saudade que dá sentido à existência.

E esta a grande crítica que às teorias vigentes há que ser feita: é que nessas teorias não se fala de saudade, sentimento central nas perdas e na clínica do luto – o que até talvez se justifique: somente o Português possui tal palavra, saudade, e embora outras culturas evidentemente sintam o mesmo sentimento, sentem-no com outros nomes, não sentindo, por conseguinte, a mesma coisa. Somente sente saudade, assim, quem nasceu na Língua Portuguesa. O que não é demérito para outros idiomas, que contam com outros termos correlatos para a nomeação do inexprimível e tão poéticos como saudade: “souvenir de coeur”, “lembrança do coração” (ROQUETE; FONSECA, 1949, p. 384), para os franceses e “serendipity” (GINZBURG, 1989, p. 168), para os ingleses: “felicidade de reencontrar o que se supunha perdido há muito tempo”, o que seria o grande sonho do saudoso.

A língua dá forma às pessoas, a linguagem formata comportamentos. Por isto, felicidade nossa ou nossa infelicidade, onde houver a presença da “última flor do Lácio, inculta e bela” (BILAC, 1964, p.262), haverá saudade.

Na verdade, vivemos à sombra de saudades. A saudade do dia que passou, quando cai a noite; a saudade dos lugares visitados, sempre mais belos quando distantes; a saudade da primavera somente quando chega o inverno. Mas essas saudades são tão simplezinhas, tão saudadezinhas, que nem notamos que são saudades. Apenas notamos como sendo saudade a saudade doida e doída do que não volta, do que não possui retorno: saudade de pessoa e coisa que, somente quando perdidas, descobrimos que eram únicas e descobrimos quanto de nós levaram consigo. Essa a saudade maior, da qual todas as outras são pálidos reflexos.

Saudade vem do latim solus, solitas, solitatis (HOUAISS, 2001, p.2525), de onde também sozinho, solidão.

Da saudade, “esta generosa paixão”, disse D. Francisco Manuel de Mello (apud LOURENÇO, p. 29):

“É a saudade uma mimosa paixão da alma, e por isso tão subtil, que equivocamente se experimenta, deixando-nos indistinta a dor da satisfação. É um mal, de que se gosta, e um bem que se padece: quando fenece, troca-se a outro maior contentamento, mas não que formalmente se extinga: porque se sem melhoria se acaba a saudade, é certo que o amor e o desejo se acabarão primeiro”.

 

            Saudade é nome de flor, nome de certo tipo nostálgico de canção, em Portugal, cantada por marinheiros. Saudade é ter e não ter. Reter o que se perdeu, guardar aquilo que já não existe. Presença dos ausentes, ausência presentificada, saudade é o que se põe à mesa, no lugar de quem não veio, no lugar de quem não volta.

            Saudade é perder de vista, é não ter mais sob os olhos, é nunca mais olho-no-olho. E porque desejo é falta – somente desejamos o que não temos -, saudade é viva percepção da incompletude, castração, amputação, hiância, espaço vazio em que nos tornamos e de que passamos a ser feitos. Debruçado sobre as águas, Narciso tenta tocar seu reflexo. Ao menor contato de seus dedos, a imagem se desvanece em ondas circulares, concêntricas, fugidias, na superfície do lago, nas profundezas da alma. Toda saudade, grande ou pequena, é saudade de si mesmo, é saudade de Narciso. Toda saudade é retorno ao estágio do espelho, espelho quebrado a que falta um pedaço.

            Saudade é situação-limite: está sempre colocada na fronteira do eu com o outro, na passagem da vida para a morte, na encruzilhada do ser ainda, com o não ser mais. Vivência psicótica da corporalidade pela via da desencorporação: eu sem você eu não sou. Forma de ser não sendo, modo de existir, inexistindo: todo o sentido de mim está no outro – que foi perdido.

            Saudade é separação, corte, secção, experiência de fragmentação, vivência do esquartejamento. Sobretudo nesta forma de saudade, que é pior de todas elas: a saudade de quem deixou partir sem despedida, sem desculpa, sem perdão, sem um abraço. Senão culpa de sobrevivente, eterno arrependimento, não pelo que se fez, mas pelo que não foi feito. Saudade, aí, então, é organizar os espaços da casa, os espaços da alma, não mais a partir de presenças e proximidades, mas a partir de ausências e lonjuras; ordenar o calendário a partir de um dia que não volta, contando o tempo que passa a partir de horas que não passam. Saudade, assim, neste caso, é completo vazio que tudo enche, necessidade do que se foi, vontade do que não volta. Na saudade do brinquedo partido, na saudade dos dias perdidos, na saudade das perdidas esperanças, o desejo que obriga a olhar sempre para trás, como a única forma de enxerga-se o adiante. Por conta desse desejo de retrovisão, a mulher de Lot virou estátua de sal, ou seja, somente por causa da saudade.

            Saudade é banda de Moebius (GRANON-LAFONT, 1990), é dobra entre ido e não vindo, entre o desejo e a perda, entre a falta, o faltoso e o faltante. Lugar em que a presença se torna ausência e vice-versa. Saudade é aparente esquecimento de si mesmo, sempre relembrado na memória que se tem do outro. Saudade é alheiar-se a bússolas e relógios e, de certo modo, no outro alienar-se.

            É bem verdade, a saudade necessita de suportes: uma foto dependura na parede, uma velha peça de roupa, uma carta amarfanhada. Mauro Guilherme Pinheiro Koury (1999) construiu um texto magnífico sobre isso. Conta ele a história de uma mulher que durante anos a fio guardou dentro do soutien, junto ao coração, a única foto do filho morto. Na fotografia desbotada, o lugar da culpa, do luto, da tristeza e, paradoxalmente, da felicidade, da alegria. Nas sobras do retrato e nas sombras do retratado, o lugar do sentido para a existência, mesmo diante dos “non-sense” da vida. Nasio (1997, p.29-30), relatando o sofrimento de um luto inacabado pela morte da mãe, inda criança, conta que assim dizia o seu analisado: “Uma parte dela está desesperadamente viva em mim, e uma parte de mim está para sempre morta com ela”. Comenta ele: “O que dói não é perder o ser amado, mas continuar a amá-lo mais do que nunca, mesmo sabendo-o irremediavelmente perdido”.

            Nisto, talvez, o ensinamento que se pode extrair destes casos e desta cartografia da saudade: transformar a saudade em uma ética, em uma estética da existência. Entendendo que as coisas estão sempre passando, sempre ficando para trás, sempre se tornando passado para sempre, necessário que sintamos saudade das coisas antes que elas passem.

            Podemos perder hoje, agora, aquela, aquele, aquilo que mais amamos; podemos hoje, agora, perder as pessoas e lugares e coisas que mais amamos. Por isso necessário que possamos amar essas pessoas e lugares e coisas como únicos e como pessoas, lugares, coisas que mais dia, menos dia, serão passado e estarão perdidos. Por isso necessário amar as pessoas, as coisas, os lugares antes que passem e sejam saudades. Agindo-se assim, acredito, de sentimento a saudade vira ética, vira estética da existência, determinando que se viva no mundo de modo a deixar saudades.

Esta proposta simultaneamente estética, ética e existencial configura uma poética, a poética do ritornelo, isso que, no fundo, no fundo, sendo a marca trágica da saudade, exige de mim que retorne ao começo, levando comigo tão-somente pedaços. Por isso, mais uma vez cito Chico Buarque:

“(…) Pedaço de mim, metade afastada, exilada, arrancada, amputada de mim. Metade adorada de mim. Leva o teu olhar, leva os teus sinais, leva o vulto teu, leva o que há de ti, leva os olhos meus que a saudade é o pior tormento; que a saudade dói como um barco que aos poucos descreve um arco e evita atracar no cais; que a saudade é o revés de um parto, a saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu; que a saudade é o pior castigo” – e por tudo isso, absolutamente necessário aprender a dizer adeus.

Obrigado.

                                  

(XVI Encontro Para a Nova Consciência, fev. 2007)

 

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