O Evangelho Segundo São Dawkins

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DawkinsCrentes, tremei! Ateus e céticos do país, regozijai-vos! Acaba de chegar às livrarias brasileiras, pela Companhia das Letras, a principal arma de Richard Dawkins em sua santa cruzada contra as religiões: Deus, um Delírio, livro cujo título já diz tudo sobre o tom panfletário, a postura de dono da verdade e o flagrante desrespeito por qualquer um que não compartilhe de suas crenças, qualidades que Dawkins já demonstrou sobejamente em suas muitas entrevistas e ensaios.

Não vou comprar, claro. Prefiro investir meu suado dinheirinho e meu escasso tempo com Medo e Delírio em Las Vegas, que a Conrad também está lançando por aqui. Até porque, não sendo nem crente, nem ateu, a argumentação simplória dos céticos não me faz a menor mossa. Mas Dawkins é um espécime curioso, talhado sob medida para ilustrar como o fundamentalismo cientificista está mais próximo do fanatismo religioso do que seus valorosos defensores gostariam de pensar.

Areia do Saara. – Como seus companheiros de trincheira costumam fazer, Dawkins reduz a religião ao fundamentalismo. A essência do comportamento religioso, de acordo com esse ponto-de-vista, não está em Santo Agostinho, Santo Tomás de Aquino, Ibn Arabi ou Shankara, eruditos que amparavam suas crenças religiosas em uma sólida base científica e filosófica, mas nos homens-bomba de Osama bin Laden e no pentecostalismo grosseiro de Bush. A partir daí, fica fácil argumentar que a religião só trouxe prejuízo à humanidade. Como diria Charles Fort, com esse tipo de argumento, eu posso provar facilmente que você é feito de areia do Saara – basta desconsiderar tudo o que há em você e que não é areia do Saara.

Além disso, ao igualar religião e fanatismo, Dawkins mostra uma ignorância crassa sobre a história e o dinamismo dos grupos religiosos, uma ignorância ainda mais imperdoável se considerarmos a quantidade de dados sobre o assunto reunidas ao longo de todo o século XX pela antropologia, psicologia e até neurologia, e que estão à disposição de quem quiser se informar em qualquer livraria ou biblioteca. Mas é claro que Dawkins não quer se informar. Do contrário, seria obrigado a reconhecer que o fundamentalismo, longe de ser uma característica essencial das religiões, é um fenômeno tardio, que surge quando as estruturas religiosas entram em decadência.

Basta olhar um de seus alvos favoritos, o islamismo, para constatar que o fundamentalismo islâmico é um movimento recente, que só surgiu no ocaso de uma das civilizações mais refinadas, culturalmente sofisticadas e tolerantes que o mundo já conheceu. Dentro das fronteiras do Império Islâmico, muçulmanos, cristãos e judeus conviviam e dialogavam livremente. Graças ao respeito pelo passado, que levou a civilização islâmica a preservar obras fundamentais da filosofia e da ciência greco-romanas, a cultura antiga escapou de desaparecer com a desagregação do Império Romano que lançou o ocidente na barbárie.  O espírito colaborativo e a valorização do conhecimento fizeram com que, no mundo árabe, a física, a astronomia e as demais ciências, bem como a medicina, estivessem muito mais avançadas do que em qualquer país da Europa no mesmo período. Nessa época, Osama e seus Bin Ladens não eram nem sequer um brilho no fundo do olho de Iblis.

Por caminhos mais tortuosos, o cristianismo demonstra a mesma coisa. A Inquisição só surgiu no século XVI, quando os dogmas católicos começaram a ser questionados sob o duplo impacto do protestantismo e da ciência – que, nessa época, diga-se de passagem, não era ateu, mas de inspiração neoplatônica, isto é, apoiado em uma filosofia assumidamente religiosa. Qualquer dúvida, as biografias de Galileu, Tycho Brahe, Johann Kepler, Copérnico e Giordano Bruno, entre outros, estão aí para não me deixar mentir. Isso pra não falar de Descartes e Leibniz, que se interessavam por alquimia e foram obcecados pelo movimento rosa-cruz, bem como, mais tarde, de Newton, alquimista teórico e praticante, que derivou boa parte de suas teorias (como o conceito de “força”, por exemplo) de seus estudos alquímicos.

Claro que, mesmo antes da Inquisição, o catolicismo já não era lá um grande exemplo de mente aberta e que as Cruzadas inauguraram a saudável prática de passar todo mundo no fio da espada, esperando que Deus separasse os dele, mas isso só prova a tese daqueles que acham que a decadência do cristianismo começou quando a Igreja se aliou ao Império Romano.

Os Demônios da Dúvida. – O fato é que o autêntico espírito religioso não é fanático e que o fanatismo só surge quando o espírito religioso desvanece na entropia e na desagregação. Coube a Jung demonstrar – tomando como caso de estudo o seu próprio pai, um pastor luterano cuja adesão inflexível aos dogmas escondia profundos questionamentos que o corroíam por dentro – que o fanatismo, na verdade, é um mecanismo neurótico de defesa contra dúvidas inconscientes. O fanático não é aquele que acredita – em Deus, na Ciência, seja no que for – mas aquele que deixou de acreditar. O fanático duvida com tanta intensidade que não pode se dar ao luxo de admitir as próprias dúvidas e, assim, reprime-as no inconsciente. É para se proteger contra elas que ele constrói uma postura rígida. Por esse motivo, ataca com violência (verbal ou física) qualquer um que ouse questionar suas crenças – porque basta o menor questionamento para o edifício inteiro desmoronar.

No entanto, isso também vale para os devotos de São Dawkins. A veemência com que os autoproclamados céticos atacam os religiosos em nome do conhecimento científico, a virulência de sua defesa das verdades científicas, o sarcasmo quase ofensivo com que brindam qualquer outra crença é uma demonstração eloqüente de que, quanto mais os cientificistas defendem conscientemente que todas as respostas devem vir da ciência, mais eles duvidam inconscientemente de que a ciência possa ter todas as respostas.

Um exemplo basta para demonstrar o que estou dizendo. De acordo com a resenha da revista Época desta semana (link, infelizmente, só para assinantes), ao lado dos extremistas religiosos, a outra bête noire contra a qual São Dawkins se bate são os pastores que querem que o criacionismo seja ensinado nas escolas, sob o nome de teoria do design inteligente, ao lado do evolucionismo. Os proponentes do design inteligente não defendem que a teoria da evolução seja banida do ensino, mas que seja apresentada como isso mesmo, uma teoria, e que se diga às crianças que existem outras teorias alternativas.

Ok, os mais radicais defendem, sim, que o evolucionismo seja substituído pelo relato bíblico da criação, mas nivelar todos os criacionistas por baixo e jogar todos no mesmo balaio é uma injustiça, que não faz jus à inteligência – sofisticada ou sofística, não importa – de boa parte dos adeptos do design inteligente.

O mais curioso é que a postura de Dawkins é idêntica, não à dos criacionistas mais moderados, mas precisamente à dos radicais. Da mesma forma que os extremistas gostariam de proibir o evolucionismo em sala de aula, Dawkins é contra o ensino religioso nas escolas. Quer que as crianças aprendam somente a teoria da evolução, não como a teoria razoável e bem-fundamentada que é, mas como um fato absoluto e indiscutível. Dawkins justifica essa atitude com um argumento paradoxalmente oblíquo. Segundo ele, se todas as evidências científicas forem mostradas com honestidade às crianças, elas terão condições de decidir por si mesmas se a Bíblia é literalmente verdadeira ou não.

Agora, me corrijam se eu estiver errado. Se o objetivo é deixar as pessoas decidirem por si mesmas qual é a alternativa correta, então todas as alternativas não teriam que ser apresentadas com isenção e imparcialidade? Apresentar o evolucionismo como um fato científico estabelecido e, ao mesmo tempo, impedir que os defensores do design inteligente tenham uma chance igual de expor seu ponto-de-vista não é uma maneira de manipular os alunos, direcionando-os para uma conclusão pró-evolucionista?

Não me entendam mal, eu não estou defendendo o criacionismo. Como qualquer pessoa sensata, acredito piamente na evolução das espécies e que, com a seleção natural, Darwin topou com um dos mecanismos mais importantes dessa evolução. Já não estou tão certo de que seja o único mecanismo. A teoria junguiana dos arquétipos e os atratores estranhos da matemática do caos (que alguns consideram duas maneiras diferentes de descrever a mesma coisa) apontam para a possibilidade de que existam padrões de auto-organização atuando sobre a evolução das espécies, ao lado e em conjunto com a seleção natural, e Marie-Louise von Franz já havia sugerido, numa nota ao capítulo que escreveu para O Homem e seus Símbolos, que o desenvolvimento das espécies pode ocorrer de forma sincronística. Mas é claro que arquétipos, atratores estranhos e efeitos sincronísticos não têm nada a ver com o Grande Arquiteto do Universo com que sonham os criacionistas.

Meu ponto, no entanto, é outro. Uma vez que a teoria da evolução é tão razoável que, conhecendo seus argumentos, qualquer pessoa sensata não hesitaria em aceitá-la, por que é que Dawkins teme que ela seja ensinada lado a lado com o criacionismo, ou com qualquer outra explicação alternativa? Também aqui, trata-se de seleção natural, pois não? Coloca-se as várias teorias para competirem umas com as outras e a mais apta inevitavelmente sobrevive. Se Dawkins está plenamente convencido de que a teoria mais apta é o evolucionismo, por que temer o confronto? E por que combater as alternativas com tamanha virulência? A equação junguiana, segundo a qual o fanatismo consciente é diretamente proporcional à intensidade das dúvidas inconscientes, talvez se aplique aqui. Em sendo assim, dá para imaginar a força com que o mundo inconsciente de Dawkins é assombrado pelos demônios da dúvida.

O Deus de Dawkins. – Há um outro aspecto no raciocínio de Dawkins que chama a atenção. Vamos olhá-lo de novo, desta vez citando textualmente a matéria da Época: “Expostas a todas as evidências científicas, as crianças vão crescer e ter condições de decidir se a Bíblia é literalmente verdadeira ou se o movimento dos planetas influencia sua vida, afirma Dawkins”, aproveitando para alfinetar os astrólogos, outro grupo que os céticos amam odiar.

A visão cética, portanto, fica presa a uma alternativa binária: ou bem as narrativas religiosas são literalmente verdadeiras, ou bem elas são falsas; ou bem os planetas influenciam fisicamente a vida das pessoas, ou bem a astrologia é uma furada.

Da astrologia, eu não vou falar aqui, porque daria muito trabalho explicar de que forma ela é um sistema simbólico plenamente operacional mesmo que não haja nenhuma influência física dos astros sobre as pessoas. Prefiro me concentrar no tema principal deste post, que é o ataque dos céticos à religião, ou melhor, a crença ingênua dos céticos de que expor os absurdos do fundamentalismo religioso equivale a demolir a religião tout court.

“A hipótese de Deus”, escreve Dawkins, “é que existe uma inteligência sobrenatural que deliberadamente projetou e criou o universo e tudo dentro dele, inclusive nós.” Essa hipótese não se sustenta porque, de acordo com ele, se Deus existisse, estaria sujeito às leis da evolução: “Inteligências criativas, sendo fruto da evolução, necessariamente chegam mais tarde ao universo, e por isso não podem ser responsáveis por projetá-lo.”

Mesmo se admitíssemos a idéia de um Deus criador, tal qual acreditam os evangélicos, o argumento de Dawkins é uma falácia, e um Santo Agostinho ou Santo Tomás de Aquino não teria a menor dificuldade em mostrar sua inconsistência: ele só seria válido se Deus fizesse parte do universo e, portanto, estivesse sujeito a suas leis; mas o conceito de uma divindade que criou o universo pressupõe, justamente, que Deus é anterior ao universo e, dessa forma, precede essas leis que, na verdade, segundo essa hipótese, teriam sido determinadas por ele. Se foi Deus quem determinou as leis naturais, as leis naturais não poderiam determinar Deus.

Mas eu não estou aqui para encher a bola do Grande Arquiteto do Universo porque, e nisto Dawkins tem razão, tomada ao pé da letra, ela é uma idéia simplória. A questão é que tomá-la ao pé-da-letra é um erro dos fundamentalistas, incapazes de compreender o caráter metafórico das narrativas míticas. O Deus Pai ou a Deusa Mãe não são senão símbolos personificados de uma realidade que, em si mesma, é de natureza impessoal, ou melhor, transpessoal, e que transcende todas as formas, nomes e signos que possamos usar para nos referir a ela. É por isso que os místicos de todas as religiões insistem na chamada teologia negativa, isto é, na compreensão de que aquilo que chamamos de Deus está além dos limites da razão, da linguagem e da percepção. Isto porque o que nós denominamos “Deus” é o fundamento último não só da realidade, mas também dos processos cognitivos que usamos para perceber e interpretar essa realidade. Dessa forma, ele é anterior a esses processos e, conseqüentemente, não é abrangido por eles.

É claro que um racionalista de boa cepa como Dawkins teria problemas em aceitar que exista um nível de realidade que está além das limitações da razão, até porque o racionalismo se apóia sobre o axioma de que a razão não tem limitações. Mas, como todos os axiomas, o primado da razão é indemonstrável e, assim, torna-se uma questão de fé, tanto quanto a confiança do fundamentalista na existência literal de um Papai do Céu.

Mas, independente de São Dawkins admitir ou não essa possibilidade, o que não dá para negar é que o Deus da teologia negativa não tem nada em comum com o Deus do fundamentalismo religioso: ele não é uma inteligência sobrenatural, não projetou deliberadamente o universo, nem o criou por um ato de vontade. Logo, nem todo o pensamento religioso é fundamentalista. Existe pelo menos uma concepção de Deus à qual as críticas de Dawkins à hipótese do Deus Criador não se aplicam, o que torna seu demolidor ataque à religião bem menos demolidor do que ele gostaria.

Da perspectiva da teologia negativa, o relato bíblico, bem como todos os mitos da criação, é tão simbólico quanto a imagem de Deus que eles apresentam. Sabendo disso, um místico como Teilhard de Chardin, por exemplo, poderia facilmente conciliá-los com o relato científico da criação – até porque, por tudo o que sabemos sobre o funcionamento da psique, as teorias cosmogônicas podem acabar se revelando tão míticas e simbólicas quanto o próprio mito de um Deus que criou o mundo dizendo “Faça-se a Luz.” Afinal de contas, a singularidade inicial que deu origem ao universo, de acordo com a teoria do Big Bang, não é, por definição, um ponto onde as leis da física, tais como a conhecemos, deixam de ser aplicáveis e que, por isso, não pode ser adequadamente descrita nem pela linguagem, nem pela matemática, que se contenta em indicá-la com uma notação abstrata? Não é, pois, uma entidade tão impessoal e incompreensível quanto o Deus da teologia negativa, que tanto os fundamentalistas da religião quanto os da ciência são incapazes de compreender?

Fonte: Blog “O franco atirador” – http://malprg.blogs.com/francoatirador/2007/08/o-evangelho-seg.html
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